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EUA neutralizam embarcação de traficantes no Pacífico e deixam 3 mortos; veja vídeo

De acordo com informações do Exército norte-americano, a embarcação atingida estaria ligada a operações de narcotráfico

Embarcação neutralizada pelos EUA
Embarcação neutralizada pelos EUA | Foto: Reprodução/X

Uma operação militar dos Estados Unidos em águas do Pacífico oriental resultou na morte de três narcotraficantes neste domingo, 26, segundo o informou o Comando Militar Sul do Exército dos EUA. Com essa operação, sobe para 185 o total de traficantes mortos em ações do tipo desde setembro, segundo levantamento da agência internacional AFP.

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De acordo com informações do Exército norte-americano, a embarcação atingida atuava para o narcotráfico. Sua condução ocorria por parte de grupos classificados como terroristas.

O Comando Sul das Forças Armadas dos EUA afirmou que “serviços de inteligência confirmaram que transitava por rotas conhecidas do narcotráfico”, conforme publicado no X.

“Em 26 de abril, por ordem do comandante do SouthCom, Gen. Francis L. Donovan, a Força-Tarefa Conjunta Lança do Sul realizou um ataque cinético letal contra um navio operado por Organizações Terroristas Designadas”, informou o órgão. “A inteligência confirmou que o navio estava transitando por rotas conhecidas de narcotráfico no Pacífico Oriental e estava envolvido em operações de narcotráfico. Três narcoterroristas do sexo masculino foram mortos durante esta ação. Nenhuma força militar dos EUA foi ferida.”

As operações dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: Divulgação/Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump | Foto: Divulgação/Casa Branca

Apesar das informações oficiais, o governo de Donald Trump não apresentou provas concretas sobre o envolvimento dos alvos dessas ofensivas com crimes relacionados ao tráfico de drogas. Conforme a agência internacional, o fato motivou críticas sobre a legitimidade dessas ações militares.

Organizações internacionais e especialistas jurídicos falam que as ofensivas podem ser como execuções extrajudiciais, já que, segundo análise desses grupos, as vítimas seriam civis sem ameaça direta aos interesses norte-americanos.

Leia também: “Lula cava falta com Trump”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 319 da Revista Oeste

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