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EUA: helicóptero do Exército que colidiu com avião voava acima da altitude permitida

Conselho Nacional de Segurança no Transporte confirmou que a aeronave de asa rotativa estava 30 metros além do permitido

Helicóptero UH-60, do Departamento de Defesa dos EUA
Helicóptero UH-60, do Departamento de Defesa dos EUA | Foto: Gertrud Zach U.S. Army/Released

O Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB) divulgou detalhes sobre o acidente aéreo em Washington, D.C., na noite da quarta-feira, 29 de janeiro. Conforme os investigadores, o helicóptero Black Hawk do Exército dos Estados Unidos (EUA) estava acima da altitude permitida quando colidiu com um avião da American Airlines.

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O acidente ocorreu enquanto a aeronave comercial, com 64 pessoas a bordo, preparava-se para pousar no Aeroporto Nacional Ronald Reagan. Depois da colisão, ela caiu no Rio Potomac.

O NTSB informou que o helicóptero voava a aproximadamente 91 metros. Essa altitude excede o limite de 61 metros para a área. Portanto, a aeronave de asa rotativa estava 30 metros acima do permitido.

Dados de altitude e investigações nos EUA

Estados Unidos
No momento da colisão, o avião transportava 60 passageiros e quatro tripulantes | Foto: Reprodução/Redes sociais

Dados arredondados de tráfego aéreo mostravam que o Black Hawk estava entre 76 e 106 metros acima do solo da capital dos EUA. O avião comercial, por sua vez, tinha permissão para voar a 99 metros.

As informações do radar são arredondados para a centena mais próxima, o que ajudou a verificar a altitude inadequada do helicóptero. A torre de controle recebe informações do Potomac TRACON, que integra dados de múltiplos sensores de radar e ADS-B.

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Essas informações foram cruciais para identificar o erro de altitude do helicóptero no momento da colisão. Para verificar dados adicionais do helicóptero, o NTSB precisa recuperá-lo do Rio Potomac, o que deve ocorrer no final desta semana.

Simultaneamente, os investigadores estão transcrevendo os gravadores de voz das cabines de ambas as aeronaves para sincronizar com os dados de voo. Isso vai permitir uma análise precisa dos eventos que levaram ao acidente.

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