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EUA: governo Trump barra proposta pró-aborto da ONU

Documento da Comissão de População e Desenvolvimento propunha 'garantias de vidas saudáveis e promoção do bem-estar'

O empresário João Souza afirmou que Trump impôs o ‘tarifaço’ com o objetivo de aumentar a indústria interna e a força de trabalho nos EUA | Foto: Reprodução/Flickr
O presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Reprodução/Flickr

Neste mês, a delegação dos Estados Unidos se opôs à assinatura de um documento cuja proposição era da Comissão de População e Desenvolvimento (CPD), da Organização das Nações Unidas (ONU), e o barrou.

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Entre as medidas, estava o apoio a uma visão pró-aborto e ao uso de linguagem neutra. Assim, a posição norte-americana resultou no encerramento da 58ª sessão, sem um acordo final.

Parte da Agenda 2030 das Nações Unidas, a proposta foi apresentada pela presidente da CPD da ONU, Catharina Jannigje Lasseur. Intitulada “Garantias de vidas saudáveis e promoção do bem-estar para todos, em todas as idades”, ela instava os Estados membros a garantirem “o direito de todos ao mais alto padrão possível de saúde física e mental”.

Leia mais: “As tarifas de Trump”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 263 da Revista Oeste

Tais medidas incluíam o acesso universal aos “serviços de saúde sexual e reprodutiva”, de modo a promover acesso ao aborto em todos os países.

Resistência dos EUA às sugestões da ONU

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Bandeira da ONU | Foto: Reprodução/Shutterstock

O documento também sugeria que os governos tomassem “medidas concretas” para implementar o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, aprovado no Cairo, no Egito. Este programa foca o “empoderamento das mulheres, a igualdade de gênero e a saúde reprodutiva como elementos centrais para o desenvolvimento”.

Durante as discussões, a linguagem relacionada aos “serviços de saúde sexual e reprodutiva” foi alvo de críticas. O representante de Djibuti destacou que muitos delegados consideram esses termos altamente controversos.

Já o representante dos EUA, indicado pelo presidente Donald Trump, afirmou que sua delegação “rejeita e denuncia a Agenda 2030”.

Leia também: “A Riviera de Trump”, artigo de Miriam Sanger publicado na Edição 260 da Revista Oeste

Ele também enfatizou que os EUA não reconheceriam os “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” como normas naturais. O impasse impediu a aprovação das políticas propostas.

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4 comentários
  1. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Eu acredito que a ONU deveria ser extinta, juntamente com todos os seus “puxadinhos” (OMS, Unicef, etc.). Essa organização nefasta foi tomada pela agenda woke, globalista, anti-ocidental, etc.

  2. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Assim retomamos o caminho da Liberdade, justiça e longe da agenda Woke.

  3. FRANCISCO FERREIRA
    FRANCISCO FERREIRA

    Alguém tinha que dar um calço nesses progressistas de merda.Melhor que tenha sido os EUA de Trump.

  4. Paulo Sérgio Gusson
    Paulo Sérgio Gusson

    Parabéns USA, parabéns nosso presidente TRUMP.

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