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EUA anunciam saída de fundo de danos para o clima

Acordo tinha sido estabelecido durante a COP28, realizada no fim de 2023

Governo dos EUA tinha prometido doação milionária ao fundo | Foto: Reprodução/Twitter/X
Governo dos EUA tinha prometido doação milionária ao fundo | Foto: Reprodução/Twitter/X

O governo do presidente Donald Trump anunciou oficialmente a retirada dos Estados Unidos do Fundo de Perdas e Danos para o Clima. O acordo internacional pede para que países desenvolvidos se comprometam em compensar parcialmente as nações em desenvolvimento pelos impactos das “mudanças climáticas”.

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O Fundo de Perdas e Danos para o Clima foi estabelecido durante a COP28, a cúpula climática da Organização das Nações Unidas (ONU) realizada no final de 2023, depois de anos de negociações diplomáticas e pressão de países em desenvolvimento.

O mecanismo previa que as nações responsáveis por maiores emissões de poluentes destinassem recursos financeiros para amenizar prejuízos irreversíveis causados pela elevação do nível do mar, pelas secas, pela desertificação e por inundações.

EUA doariam US$ 17,5 milhões ao fundo

Os Estados Unidos haviam se comprometido com uma contribuição de US$ 17,5 milhões ao fundo, que entrou em operação em 1º de janeiro deste ano. Agora, o país não fará mais parte da iniciativa.

“Em nome do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, escrevo para informar que os Estados Unidos estão se retirando do conselho do fundo para responder a perdas e danos, com efeito imediato”, disse Rebecca Lawlor, vice-diretora do Escritório de Clima e Meio Ambiente dos EUA, em uma carta enviada ao fundo.

Leia também: “Trump diz que EUA não defenderão países da Otan caso não contribuam financeiramente”

Entre os principais doadores do fundo estão o Japão (US$ 10 milhões), Reino Unido (US$ 75 milhões), Alemanha (US$ 100 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 100 milhões) e a União Europeia (€ 225 milhões).

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4 comentários
  1. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    O dinheiro do pagador de impostos americano ia em profusão para a USAID, que habilmente promovia — com a fachada de “ajudas sociais” — interesses políticos da esquerda e da Agenda Woke. Na verdade, na gestão BIDEN, através de caminhos bem organizados o dinheiro tinha o destino para combater os candidatos da direita. Trump cortou a farra. Haverá gente no Brasil que deverá dar explicaçõe sobre as eleições de 2022. O grito em defesa do clima mundial não age diferente. A climatocracia é abastecida com profusas verbas, mas com poucos resultados práticos, no entanto muita verba para publicidade. Trump fez bem ao cortar a contribuição à ideologia climática. Bem como a verba para a OTAN, diante da omissão de muitos países europeus, ele deu avisos que poderá cortar e não apoiará com armas se os países europeus não cuidarem de si.

  2. Silva lilica
    Silva lilica

    Queria muito um governo que pensasse primeiro no seu país e depois ajudar os de fora
    Eua ficou acabado com o governo passado… e o nosso não pensa no Brasil…dó mesmo

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