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Estudo com veteranos mostra 8 hábitos de saúde para viver 24 anos a mais

Mais de 700 mil indivíduos participaram da pesquisa

Hábitos de saúde - vida exercícios
O exercício físico ajuda a prolongar a vida | Foto: Reprodução/MedSempre

Durante o Congresso Anual da Sociedade Norte-Americana de Nutrição, cientistas mencionaram oito hábitos de saúde que podem ajudar os seres humanos a viverem pelo menos 24 anos a mais.

O estudo observacional ocorreu entre 2011 e 2019, com mais de 700 mil veteranos dos Estados Unidos. A apresentação do material ocorreu apenas neste ano, em Boston.

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Em linhas gerais, os participantes do estudo compartilharam informações sobre atividade física, dieta, sono, saúde mental e uso de álcool.

Os cientistas disseram que, durante o período do estudo, mais de 30 mil participantes morreram. A partir desse histórico, os pesquisadores identificaram oito hábitos que foram associados com um menor risco de morte, se adotados aos 40 anos de idade.

Confira a lista dos 8 hábitos de saúde

  • Comer bem;
  • Evitar os cigarros;
  • Reduzir a bebida alcoólica;
  • Ter boas noites de sono;
  • Praticar atividade física;
  • Manter bons relacionamentos sociais;
  • Aprender a controlar o estresse; e
  • Não utilizar opioides (medicamentos usados para tratar a dor).

A conclusão do estudo

Hábitos de saúde (Interna)
Boa alimentação também contribui para a saúde | Foto: Reprodução/Clinicuore

Homens e mulheres que aderiram aos oito hábitos de saúde podem ganhar 23,7 ou 22,6 anos de expectativa de vida, respectivamente, em relação àqueles que não aderiram.

Indivíduos com 60 anos de idade também podem ter benefício se adotarem um estilo de vida mais saudável, embora em menor intensidade.

Leia também: “Combate ao ‘idadismo’, hormônio para jovens trans de 14 anos de idade e legalização do aborto: os planos do Ministério da Saúde”

Em contrapartida, o sedentarismo, o uso de opioides e o hábito de fumar podem ser associados à morte precoce. O estudo mostrou que participantes com aqueles costumes apresentaram risco de 30% a 45% maior de morte durante o período de avaliação.

Estresse, consumo excessivo de álcool, má higiene do sono e má alimentação foram associados a um risco 20% maior de morte.

Os cientistas ressaltam que, pelo fato de o estudo ser observacional, não é possível estabelecer um nexo causal entre os hábitos de saúde e o prolongamento do tempo de vida.

Leia mais: “Pesquisadora de Harvard indica 6 alimentos para o cérebro”

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