Um estudo amplamente divulgado sobre os custos catastróficos das mudanças climáticas foi retratado após fortes críticas à sua metodologia.

O artigo sobre o impacto econômico das mudanças climáticas, publicado na revista Nature em abril do ano passado, teve mais de 300 mil acessos e foi citado em diversas publicações, incluindo Forbes e Reuters, se tornando um dos textos mais influentes sobre o tema em 2024.
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No entanto, no dia 3 de dezembro deste ano pesquisadores do Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático (PIK) decidiram retirar o artigo, após admitir que erros nos dados os levaram a superestimar suas conclusões, acrescentando que as mudanças são “substanciais demais” para uma correção. Este é o sexto artigo a ser retratado pela revista Nature somente neste ano.
Estudo apontava perda do PIB por causa das mudanças climáticas
O estudo, intitulado “O Compromisso Econômico das Mudanças Climáticas“, discutiu os danos econômicos que o mundo sofreria nos próximos anos, estimados em aproximadamente US$ 38 trilhões.
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Tal previsão catastrófica se espalhou rapidamente. Seu impacto foi profundo não apenas no mundo acadêmico, mas também em instituições e formuladores de políticas. O Banco Mundial citou essa pesquisa em um documento sobre as implicações macroeconômicas das mudanças climáticas. A OCDE também a citou em seu documento “Investindo no Clima para o Crescimento e o Desenvolvimento”.
Todavia, poucos meses após a publicação vários pesquisadores relataram problemas metodológicos e inconsistências nos dados.
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Um grupo de economistas, em particular, notou anomalias significativas nos dados econômicos de um país, o Uzbequistão, durante um breve período entre 1995 e 1999. Essas anomalias distorceram os resultados. Tanto que, ao replicar a análise sem o Uzbequistão, constatou-se que a perda do PIB global em 2100, em um cenário sem redução das emissões de carbono, não era mais de 62%, mas apenas 23%. Uma porcentagem muito menor e em consonância com outros estudos anteriores.
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Por fim, os pesquisadores do estudo tiveram que admitir o erro: “Os autores reconhecem que essas alterações são substanciais demais para ser corrigidas, o que levou à retirada do artigo”.






































Um montão de gente embarca de cabeça nesses estudos de “mudanças climáticas” chamando de negacionistas os que não o fazem, invocando como “ciência” qualquer coisa que combine com sua ideologia, sempre de esquerda raivosa e alienada. No fundo, esse montão de gente está mesmo fazendo papel de trouxas servindo aos interesses globalistas sustentados por pesquisas de “cientistas” comprados.