A Justiça Trabalhista da Escócia concluiu que o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) criou um ambiente hostil durante a apuração aberta contra a enfermeira Sandie Peggie. Ela havia reclamado do uso de um vestiário feminino por uma médica trans, identificada como Beth Upton, descrito nos autos como um homem biológico que se apresenta como mulher. O órgão afastou a profissional em 2024 enquanto avaliava o caso.
+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste
Receba nossas atualizações
A Corte considerou “irracional” o tempo gasto pelo NHS para finalizar o procedimento e avaliou que orientações dadas à funcionária, como a recomendação para que evitasse comentar o episódio, configuraram assédio. O tribunal também descartou o argumento de que a conduta da enfermeira colocaria pacientes em risco.
Parte das acusações da trans é descartada
Mesmo ao criticar o NHS, a decisão rejeitou as alegações de discriminação e vitimização feitas pela profissional. O colegiado também afastou qualquer responsabilidade do conselho de saúde e recusou todas as reivindicações direcionadas ao médico envolvido.
Depois da sentença, Peggie declarou sentir alívio com o reconhecimento de que foi alvo de assédio e afirmou que comentará novos desdobramentos quando analisar o julgamento completo com sua equipe jurídica.
Leia também: “Prefeito eleito de Nova York sinaliza ignorar ordens contra imigrantes”
Um traveco não curtiu a matéria. ;-P
Mulher é mulher, trans tem um objeto estranho entre as pernas ou quiçá amputou. Cada qual no seu sanitário, não vamos abusar das liberdades, se não podemos ter pornografia.😜