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Coronavírus — Brasil, Mundo

Em meio ao coronavírus, China prossegue ameaçando Taiwan

De acordo com o Ministério da Defesa de Taiwan, a China está aumentando a sua presença no estreito que os dois países.

Caças da Força Aérea de Taiwan
Caças da Força Aérea de Taiwan Foto: 玄史生/Wikimedia

País continua provocando e testando as defesas de Taiwan, que a China considera como parte de seu território

Caças da Força Aérea de Taiwan
Caças da Força Aérea de Taiwan | Foto: 玄史生/Wikimedia

De acordo com o Ministério da Defesa de Taiwan, a China está aumentando sua presença no estreito que separa os países. Desde que Tsai Ing-wen, que é contrária à reunificação das duas nações, assumiu a Presidência, em 2016, as provocações das Forças Armadas chinesas só aumentaram. E a pandemia do coronavírus não fez a China recuar.

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“Nosso centro de comando aéreo é alertado diariamente sobre invasões desde fevereiro”, afirma o professor de estudos estratégicos Alexander Huang, da Universidade Tamkang, de Taiwan. Mesmo no auge da epidemia na província chinesa de Hubei, jatos da China invadiam o espaço aéreo de Taiwan com frequência, informa a publicação inglesa The Economist.

Em 16 de março, a China realizou seu primeiro exercício de ataque noturno próximo a Taiwan, enviando dezenas de caças e aviões de vigilância para o meio do estreito. Nesse mesmo dia, a Guarda Costeira de Taiwan acusou a China de se aproximar com barcos de patrulha de ilha de Kinmen, um território taiwanês que fica a apenas 5 quilômetros do continente.

“Se em meio a uma pandemia mundial, o Partido Comunista Chinês tentar alguma aventura militar, isso será condenado pelo mundo todo”, afirmou o Ministério da Defesa de Taiwan no último dia 30. “Estamos prontos e somos mais bem preparados”, completou.

China e Taiwan estão separados desde 1949, quando os nacionalistas, apoiados pelos Estados Unidos, perderam a guerra civil para os comunistas e se exilaram em Taiwan. Ao longo dos anos, Taiwan se tornou uma próspera democracia liberal, mas segue sendo pressionada pela ditadura comunista, que não aceita nenhuma tentativa oficial de independência.

Como sinal de apoio a Taiwan, os EUA enviaram dois bombardeiros B-52 para patrulhar o estreito de Taiwan em fevereiro. A cada três meses, um navio da Marinha americana navega no estreito “demonstrando o comprometimento com um  Indo-Pacífico livre e aberto”. No último ano, os Estados Unidos venderam US$ 8 bilhões de armas a Taiwan, incluindo 66 caças F-16.

“De acordo com o que acontecer no mundo, os Estados Unidos provavelmente não terão mais capacidade de proteger Taiwan da China na próxima década”, afirma o professor Brendan Taylor, da Universidade Nacional da Austrália.

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2 comentários
  1. Alberto Garcia Filho
    Alberto Garcia Filho

    O virus que eles mandaram para o mundo, será moficado com uma potência 1000 vezes maior e enviado de volta. É o mínmo que comunistas merecem. São a praga a ser erradicada da face da terra.

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