O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou a lei que encerra a mais longa paralisação do governo norte-americano. A sanção ocorreu horas depois de a Câmara dos Deputados aprovar o texto por 222 votos a 209.
O placar expôs a divisão interna dos partidos. Apenas dois republicanos — Thomas Massie (Kentucky) e Greg Steube (Flórida) — votaram contra o projeto. Seis democratas apoiaram a proposta.
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O impasse surgiu porque o Congresso não aprovou o Orçamento antes do prazo legal. Sem a lei orçamentária, o governo perdeu a capacidade de pagar servidores e manter serviços básicos.
A disputa se concentrou na área da saúde. Democratas queriam incluir a prorrogação de programas de assistência médica. Republicanos a recusaram, mas aceitaram debater o tema em dezembro, em uma proposta separada.
O Senado já havia aprovado o acordo na segunda-feira 10, por 60 votos a 40. Depois do resultado, a Câmara convocou deputados para retornarem imediatamente a Washington. Muitos estavam em recesso havia 53 dias.
Dificuldades logísticas marcaram o retorno dos parlamentares. A falta de pessoal no setor aéreo provocou atrasos e cancelamentos de voos. Como resultado, alguns deputados recorreram a caronas com seus colegas.
Com a sanção, a máquina pública deve voltar a funcionar de forma plena nos próximos dias. Servidores sem salário e famílias de baixa renda que dependem de auxílio emergencial serão os principais beneficiados. A recuperação da malha aérea, porém, tende a levar mais tempo.
Acordo do governo garante recursos, mas por tempo determinado
O acordo fixa recursos somente até 30 de janeiro de 2026. Depois desse prazo, caberá aos parlamentares aprovar um novo pacote orçamentário para impedir que o governo enfrente outra interrupção logo no começo do ano que vem.
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A proposta mantém os servidores protegidos contra desligamentos até o fim de janeiro de 2026. Nesse sentido, o pacote assegura que o programa de auxílio alimentar Snap continue ativo até setembro de 2026.






































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