O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, entrou na mira de autoridades norte-americanas. Nesta sexta-feira, 20, tornou-se pública a informação de que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos investiga se o político sul-americano tem relações com o tráfico internacional de drogas.
O governo dos EUA apura se Petro chegou a ter encontro com traficantes, informa a versão on-line do jornal The New York Times. Há, entretanto, outra linha de investigação, que se dá a partir da suspeita de ele ter pedido doações financeiras a narcotraficantes durante campanha eleitoral.
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Petro foi eleito presidente da Colômbia em junho de 2022. Ex-prefeito da capital Bogotá e ex-senador, ele também participou da corrida eleitoral de 2018.
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Assumidamente de esquerda, o atual presidente colombiano é ex-guerrilheiro. Nas décadas de 1970 e 1980, ele integrou o movimento M-19, que, por exemplo, assassinou 13 políticos locais em 1985. O partido dele, Colômbia Humanitária (anteriormente chamado Movimento Progressista) faz parte do Foro de São Paulo.
Por meio de seu perfil na rede social X, Petro se defendeu. “Nunca na minha vida falei com um narcotraficante”, afirmou. Além disso, ele acusou, sem provas ou indícios, a “extrema direita colombiana” de ter laços com o tráfico de drogas.
EUA, Petro, tráfico de drogas e Maduro
Gustavo Petro não é o primeiro político sul-americano a entrar na mira dos EUA em razão de eventuais ligações com o tráfico. Um exemplo disso é o ex-ditador Nicolás Maduro, da Venezuela.
Em 3 de janeiro, ação militar dos EUA em Caracas resultou na captura de Maduro. Desde então, ele está preso em Nova York, onde responde a acusações por tráfico de drogas e outros crimes.
As ações norte-americanas contra o tráfico internacional de drogas também envolvem o Brasil. O governo dos EUA estuda classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho como grupos terroristas. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é contra essa medida.
Leia também: “Narcoterrorismo nas Américas”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 313 da Revista Oeste






































Tem de tirar esse narcotraficante do poder basta um tiro certeiro e esse meliante vai pro inferno e depois f az o mesmo com a nossa mula analfabeta