A delegação iraniana desembarcou em Islamabad, no Paquistão, nesta sexta-feira, 10, segundo a imprensa local. O presidente do Parlamento, Mohammed Baqer Qalibaf, lidera o grupo, que reúne integrantes do alto escalão do governo.
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Entre os representantes estão o chanceler Seyed Abbas Araqchi, o secretário do Conselho Supremo de Defesa, Ali Akbar Ahmadia, e o presidente do Banco Central, Abdolnaser Hemmati, além de parlamentares iranianos.

A chegada marca o início das negociações com os Estados Unidos em torno de um possível acordo de cessar-fogo. O governo iraniano condiciona o avanço das conversas ao cumprimento de exigências prévias.
Irã condiciona acordo, e EUA reagem
Teerã defende a inclusão do Líbano no plano de paz e cobra o desbloqueio de ativos mantidos no exterior. O governo iraniano trata esses pontos como condição para o andamento das negociações.
O vice-presidente J.D. Vance liderará a delegação norte-americana. Antes do embarque, ele afirmou que o Irã não deve se enganar ao negociar com Washington e indicou postura firme dos EUA.
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Também participam da comitiva Jared Kushner, conselheiro do presidente norte-americano, Donald Trump, e Steve Witkoff, enviado especial dos EUA para o Oriente Médio.
Trump afirmou que forças navais norte-americanas estão prontas para reabastecimento e eventual retomada de ataques. Ele declarou que espera adesão do Irã ao fim do conflito e disse que, sem acordo, os Estados Unidos usarão força militar com “eficácia”.
O presidente dos EUA também afirmou que o Irã “não tem cartas” na negociação. Em publicação na rede Truth Social, acusou Teerã de usar o controle do Estreito de Ormuz como forma de “extorsão” e disse que a estratégia não terá efeito.




































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