O ditador cubano, Miguel Díaz-Canel, anunciou nesta sexta-feira, 13, o início de negociações entre as autoridades de Cuba e o governo dos Estados Unidos. O país enfrenta uma crise econômica aguda, marcada por apagões e escassez de combustível.
“Essas negociações visam a encontrar soluções, por meio do diálogo, para as diferenças bilaterais entre as duas nações”, declarou Díaz-Canel em vídeo na TV estatal. O pronunciamento ocorreu depois de o líder alertar sobre a necessidade de “medidas extremas” devido ao cenário atual.
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Díaz-Canel afirmou que conduziu as conversas pessoalmente. O grupo cubano inclui o ex-presidente Raúl Castro e funcionários do alto escalão do Partido Comunista. O líder não identificou os representantes norte-americanos.
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Até o momento, o governo dos EUA não se manifestou oficialmente sobre o anúncio. No entanto, o presidente Donald Trump afirmou recentemente que as nações mantêm negociações de alto nível.
Crise econômica de Cuba
Anteriormente, Cuba negava a existência de encontros oficiais. O regime ditatorial, contudo, não desmentiu notícias sobre conversas informais com Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto de Raúl Castro. O ex-presidente, de 94 anos, ainda mantém influência política na ilha.
A crise em Cuba intensificou-se depois da prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro e, portanto, da interrupção das exportações de petróleo do país pelos EUA, em janeiro. Isso porque Trump ameaça aplicar tarifas a qualquer país que forneça petróleo à ilha.
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Recentemente, o presidente norte-americano declarou que o governo cubano está próximo do colapso e interessado em um acordo. Na segunda-feira 9, Trump afirmou que Cuba poderia sofrer uma “tomada amigável”, ressalvando que “pode não ser uma tomada amigável”.
Liberdade para Cuba já.
Quem tem*#ba, tem medo…