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Coronel é o vencedor da 1ª medalha de ouro do Brasil em Olimpíada

Conquista aconteceu em Antuérpia, jogos marcados pela estreia brasileira nas disputas

Medalha de ouro das Olimpíadas de Paris 2024 | Foto: Divulgação/Comitê Olímpico Internacional

Nada de futebol, judô, vôlei ou ginástica, a primeira medalha de ouro do Brasil em Olímpiadas veio em uma disputa de tiro ao alvo. A conquista aconteceu nos Jogos Olímpicos da Antuérpia, Bélgica, em 1920 — as primeiras com atletas brasileiros. A conquista é de Guilherme Paraense, coronel do Exército Brasileiro, que venceu a prova da pistola rápida 30 m.

O coronel Guilherme nasceu em Belém, capital do Pará, em 25 de junho de 1884. Além de trazer a primeira medalha de ouro do Brasil na história das Olimpíadas, ele ajudou a equipe nacional a conquistar o bronze na disputa de tiro de pistola 50 m.

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Guilherme Paraense, o primeiro brasileiro medalhista de ouro| Foto: Divulgação/Comitê Olímpico do Brasil (COB)

O militar campeão morreu em 18 abril de 1963, aos 83 anos. Antes da morte, ele conquistou outra premiação internacional. Trata-se do ouro nos Jogos Olímpicos Latino-Americanos de 1922, no Rio de Janeiro, pela disputa com a pistola 25 m.

Ouro do Brasil em todas as Olimpíadas

Até o fim da Olimpíada de 2020, realizada em Tóquio, o Brasil ganhou 39 medalhas de ouro, considerando todas as 23 edições dos jogos de que o país participou. Além disso, os brasileiros conseguiram 41 pratas e 71 bronzes nesse mesmo intervalo.

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O último evento realizado na capital japonesa marcou a melhor premiação geral do Brasil com 21 medalhas: sete de ouro, seis de prata e oito de bronze. O segundo melhor desempenho ocorreu na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro. Foram 19 medalhas, com a mesma quantidade de ouro e prata que em Tóquio, mas duas a menos de bronze.

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4 comentários
  1. Rubens
    Rubens

    Sacanagem lembrar que esses atletas são Milicos, podiam ter omitido

  2. Sergio Hora
    Sergio Hora

    Outra porcaria de matéria. O título correto, para não enganar o leitor teria de registrar em olimpíadas, e não na olimpíada, como se se tratasse da que está em curso. Vai muito mal a Oeste.

  3. Paiva
    Paiva

    Os “nutellas” que deram, “não gostei”, são by tholans enrustidos. Tiro ao alvo é esporte para homens e mulheres. Pobre braziu, virou país de frouxos. Fazuéli, by tholans.

  4. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    Hoje os melancias servem agua mineral para os aliados que estavam invadindo o Palacio do Planalto. TUDO UM GRANDE TEATRO, QUEM NAO CONHECE ACREDITA. O PALACIO FOI INVADIDO DE DENTRO PARA FORA……. ENTENDA COMO QUISER.
    Carta de um Brigadeiro.
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

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