O Brasil e a Argentina serão os países com as maiores equipes de arbitragem na Copa do Mundo de 2026. A lista divulgada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) inclui três árbitros de campo, cinco assistentes e um responsável pelo VAR, para cada país.
+ Leia mais notícias de Futebol em Oeste
Receba nossas atualizações
Representarão o Brasil os árbitros Raphael Claus, da Federação Paulista de Futebol; Ramon Abatti Abel, da Federação Catarinense de Futebol; e Wilton Pereira Sampaio, da Federação Goiana de Futebol. É a primeira vez, desde a Copa de 1950, que o Brasil tem três árbitros de campo em um Mundial de seleções.
Na função de assistentes foram selecionados Bruno Pires, da Federação Goiana de Futebol; Bruno Boschilia, da Federação Paranaense de Futebol; Rodrigo Figueiredo, da Federação Paulista de Futebol; Danilo Manis, também da Federação Paulista de Futebol; e Rafael Alves, da Federação Gaúcha de Futebol.
Eles integrarão uma estrutura que inclui 52 árbitros de campo, 88 assistentes e 30 especialistas no sistema de árbitro de vídeo em um total de 170 representantes. O processo de avaliação se estendeu por mais de três anos. Os escolhidos farão parte das equipes que estarão disponíveis para os 104 jogos da Copa do Mundo de futebol. O grupo foi estruturado para dar conta da ampliação do torneio, que passará a reunir 48 seleções e será disputado pela primeira vez em três países.
As equipes de arbitragem representam as seis confederações continentais e pertencem a 50 federações nacionais. De acordo com o ex-árbitro italiano, Pierluigi Collina (que apitou a final da Copa do Mundo de 2002), responsável pelo setor de arbitragem da entidade, o processo de escolha seguiu um princípio simples: “qualidade acima de tudo”.
Entre as novidades previstas para o torneio está a adoção de câmeras corporais associadas a recursos de inteligência artificial. A tecnologia, testada em competições recentes organizadas pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), permitirá que o público acompanhe imagens captadas diretamente do campo sob o ângulo de visão do árbitro.
A operação tecnológica envolve custos elevados. A estrutura que dará suporte ao VAR, incluindo o centro internacional de transmissão instalado em Dallas, deverá ultrapassar US$ 25 milhões em despesas operacionais. O objetivo é reduzir a margem de erro humano em um ambiente no qual cada decisão pode influenciar contratos comerciais e direitos de transmissão avaliados em bilhões.
Início da Copa do Mundo
A preparação dos árbitros começará em 31 de maio, em Miami. A Copa do Mundo terá início em 11 de junho, com o jogo entre México e África do Sul, no Estádio Azteca, na capital mexicana. Durante dez dias, o grupo participará de um seminário intensivo com acompanhamento de especialistas em preparação física e psicologia.
Leia mais: “Nubank fecha acordo para namig rights do estádio do Palmeiras”
“Nosso objetivo é garantir que estejam em ótimas condições físicas e mentais”, afirmou Collina, destacando que a arbitragem atual exige profissionais capazes de acompanhar o ritmo de atletas de seleções como Brasil e Argentina.
Considerando as arbritagens aqui no Brasil, penso que a Fifa errou.