A empresa de consultoria em aviação Cirium informou que o “apagão” nos sistemas da Microsoft cancelou quase 5 mil voos no mundo, na sexta-feira 19.
No Brasil, o incidente foi menos grave, com 67 voos cancelados até as 16 h.
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Depois do caos em escala mundial, a empresa de cibersegurança CrowdStrike assumiu a responsabilidade. Conforme a companhia, o problema ocorreu durante a atualização no sistema operacional da Microsoft, para quem presta serviços.
Após o comunicado da CrowndStrike, a Microsoft acrescentou que algumas falhas poderiam persistir, em virtude do impacto nos aplicativos do Office 365.
Consequências do ‘apagão’ da Microsoft
O apagão cibernético registrado ontem provocou superlotação nos principais aeroportos do mundo, como o de Los Angeles, Atlanta, Chicago, Virgínia e Mississipi, todos nos Estados Unidos.
A atualização de software também afetou o Aeroporto de Londres Gatwick, o de Sydney (Austrália), o de Changi (Cingapura), Jay Prakash Narayan (Índia) e Kuala Lumpur (Malásia).
Um mapa da Flight Radar mostrou o efeito do “apagão” da Microsoft no tráfego aéreo mundial.

CEO da CrowdStrike se desculpa
O CEO e fundador da CrowdStrike, George Kurtz, pediu desculpas pelo incidente. Em entrevista à NBC News, Kurtz lamentou o impacto em companhias aéreas, passageiros, canais de TV e outros setores.
Kurtz disse que a empresa já identificou “qual foi o problema” e que foi resolvido. “Pode levar algum tempo para que alguns sistemas se recuperem, mas é nossa missão garantir que todos os serviços para todos os clientes sejam totalmente recuperados”, declarou.

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