A captura de Nicolás Maduro neste sábado, 3, levou a vice-presidente Delcy Rodríguez a tomar posse como líder interina do regime venezuelano. A nomeação ocorreu por ordem do Tribunal Supremo de Justiça, subordinado à ditadura chavista, que determinou que ela assumisse o cargo.
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Instantes depois da prisão de Maduro, ela se pronunciou e classificou a ofensiva com um ato de agressão estrangeira.
Agora, os EUA passarão a supervisionar o país, mas o controle total do território ainda não foi definido. Mesmo condenando a ação norte-americana, Rodríguez manteve contato com o secretário de Estado, Marco Rubio, e se colocou à disposição do governo republicano, conforme declarou Donald Trump em entrevista coletiva.
Influência familiar marcou a trajetória no chavismo
Delcy Eloína Rodríguez Gómez nasceu em 18 de maio de 1969, em Caracas. Filha do militante comunista Jorge Antonio Rodríguez, ela cresceu em um ambiente ligado à esquerda revolucionária.
Seu irmão, Jorge Rodríguez, também se tornou um dos principais nomes do chavismo, tendo ocupado a Vice-Presidência da Venezuela e a Prefeitura de Caracas.
Formada em Direito pela Universidade Central da Venezuela, especializou-se em Direito Trabalhista. Além disso, afirma ter cursado pós-graduação em Paris e em Londres.

A agora líder interina da Venezuela também atuou como professora universitária e presidiu uma entidade jurídica voltada à defesa de trabalhadores. Seu envolvimento político teve início em 2003, durante o regime de Hugo Chávez, com cargos técnicos no gabinete da Vice-Presidência e no Ministério de Energia e Minas.
Rodríguez acumulou postos centrais no regime ao logo de 20 anos
A ascensão de Delcy Rodríguez na hierarquia chavista seguiu uma linha contínua de acúmulo de poder. Em 2005, foi nomeada como vice-ministra para Assuntos Europeus. No ano seguinte, ocupou a pasta de Assuntos Presidenciais. De 2013 a 2014, chefiou o Ministério da Comunicação e Informação.
No campo diplomático, conduziu as Relações Exteriores de 2014 a 2017, momento em que endureceu o discurso contra sanções internacionais. Em seguida, presidiu a Assembleia Nacional Constituinte, criada por Maduro para esvaziar a oposição que começava a incomodar no Poder Legislativo. Desde junho de 2018, ocupa o cargo de vice-presidente executiva.
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Rodríguez também comandou os Ministérios do Petróleo e da Economia de 2024 a 2025. Ligada à cúpula do Partido Socialista Unido da Venezuela, que integra o Foro de São Paulo, liderou por breve período o movimento Somos Venezuela, braço político do chavismo fundado em 2018.
Como resultado, a atuação de Delcy Rodríguez a colocou na mira de sanções internacionais. Desde 2018, países como Canadá, México, Suíça e EUA impuseram restrições à vice-presidente. As acusações incluem corrupção, violação de direitos humanos e ataques às instituições democráticas.
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Lembremos que Delcy Rodríguez tem um irmão, o Jorge , que comanda o PRAlament, sim, PRAlamento da Venezuela e também é peça chave no sistema eleitoral do país. Conforme já revelaram Hugo “ El Pollo “ Carvajal e o também General Clíver Alcalá Cordones, o sistema de apuração de votos da Venezuela é o SMARTMATIC, altamente manipulável, que sim, não vende urnas eletrônicas ao Brasil, mas é quem desenha o algoritmo cumpanhêro, o mesmo dos “ engasgos “ na Eleição Dilma X Aécio e em 2022 Bolsonaro X Lula. Claro que está no horizonte que Maduro negocie uma DELAÇÃO que está assombrando a ultra extrema esquerda cleptocrata do Lula. Eis que aparece um pasquim chamado Estadinho, sim, no diminutivo mesmo. “Queda de Maduro reabre precedente de intervenções dos EUA na região, dizem analistas” Quais analistas, Estadinho, que não viram a China comprando o Brasil pelas beiradas com a anuência servil do Lula? Vamos ver o pós DELAÇÃO do Maduro e a densa cortina de fumaça que Estadinho, Folha, UOL, Metrópoles, Poder36 e imprensa marronzista, como diria Odorico Paraguaçu. Já que Carvajal e Clíver DELARAM e Madura tenda a delatar, seria o caso do Ministro Toffoli determinar uma acareação entre os três, sem proibir citações ao Lula?
Ou seja, sai um monte de fezes, entra outro.
Ela deveria ser demitida mas o STF de lá é chavista.