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Confronto entre Israel e Hezbollah deixa 8 soldados israelenses mortos

Conflito por terra ocorreu um dia depois de Benjamin Netanyahu prometer retaliação ao Irã pelo lançamento de mísseis

Exército de Israel
Exército de Israel trava confronto armado por terra, no sul do Líbano, contra o Hezbollah | Foto: Divulgação/IDF

Militares israelenses e paramilitares do grupo terrorista Hezbollah travaram combates terrestres, no sul do Líbano, nesta quarta-feira, 2. Eles deixaram oito soldados de Israel mortos.

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O confronto ocorreu um dia depois de o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometer retaliação contra o Irã pelo lançamento de mísseis balísticos. O Exército de Israel confirmou a morte desses oito combatentes.

Já o Hezbollah informou que seus paramilitares enfrentaram tropas israelenses em Maroun al-Ras, uma cidade libanesa próxima a Avivim, em Israel. Mais cedo, Avivim recebeu ataque do grupo libanês com uma série de foguetes.

Incursão de Israel e resposta do Hezbollah

O Exército libanês informou que forças israelenses cruzaram brevemente a Linha Azul, uma demarcação da ONU no sul do Líbano e nas Colinas de Golã — território sírio controlado por Israel.

Leia mais: “O braço terrorista da ONU”, artigo de Miriam Sanger publicado na Edição 233 da Revista Oeste

Em resposta às ações do Hezbollah, Israel divulgou imagens de operações terrestres no sul do Líbano. O Estado judeu relatou ter conduzido novos ataques contra alvos do grupo terrorista, que tem apoio do Irã. O grupo lançou mais de 40 projéteis através da fronteira, fato que intensificou ainda mais o conflito.

Defesas aéreas e apoio internacional

Autoridades israelenses disseram que a maioria dos mísseis disparados pelo Irã, nesta terça-feira, 1°, foi interceptada por suas defesas aéreas. O país conta com suporte dos Estados Unidos e de outros aliados. Não houve relatos de mortes em Israel em razão de ataques iranianos.

Um palestino que trabalhava em Gaza foi fatalmente atingido por estilhaços, na Cisjordânia. Ainda ontem, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que as Forças Armadas dos EUA “apoiaram ativamente” a defesa israelense.

Leia também: “Hamas quer guerra”, artigo de Miriam Sanger publicado na Edição 235 da Revista Oeste

Netanyahu declarou que o Irã, um adversário histórico de Israel, “cometeu um grande erro” e que “pagaria por isso”. Ele não forneceu detalhes específicos sobre as ações planejadas, mas mencionou que em abril Israel havia retaliado um ataque iraniano com mísseis.

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