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China usa a morte de George Floyd como propaganda, denuncia secretário de Trump

A fala rebate o ataque do porta-voz chinês Zhao Lijian, que afirmou: "O racismo é uma doença crônica da sociedade norte-americana"

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo | GAGE SKIDMORE/FLICKR

A fala rebate o ataque do porta-voz chinês Zhao Lijian, que afirmou: “O racismo é uma doença crônica da sociedade norte-americana”

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O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo | GAGE SKIDMORE/FLICKR

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou ontem que o Partido Comunista chinês usa a morte de George Floyd como peça publicitária contra o Ocidente.

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Para ele, a China quer legitimar a teoria segundo a qual os Estados Unidos não respeitam os direitos humanos. “Contudo, essa propaganda ridícula não deve enganar ninguém”, anunciou Pompeo no Twitter.

A mídia estatal chinesa tem feito extensa cobertura sobre o caso Floyd, morto por um policial branco na semana passada. De acordo com o porta-voz do país, Zhao Lijian, “o racismo é uma doença crônica da sociedade norte-americana”.

Em resposta, Mike Pompeo disse que a atitude chinesa não surpreende, haja vista que o país segue o histórico de ditaduras. “Nenhuma mentira é demasiada obscena em ditaduras, desde que sirva aos anseios de poder do partido”.

Repressão chinesa

Conforme noticiou Oeste, a China aprovou em maio um projeto de lei para reprimir manifestações democráticas em Hong Kong — Taiwan se comprometeu a abrigar os que tenham de sair do território por razões políticas.

A decisão em Pequim dividiu o Parlamento do território, que tem parcial autonomia desde que foi devolvido pelos britânicos em 1997. Portanto, as tensões entre as partes devem aumentar nesta semana.

O projeto autoritário travestido de “lei de segurança” é uma resposta às manifestações por mais liberdade que se prolongaram por sete meses em 2019, com diversos confrontos entre manifestantes e policiais.

Segundo a imprensa estrangeira, ativistas locais pró-democracia garantem que o medo dos comunistas é a vitória da oposição nas eleições legislativas marcadas para setembro deste ano.

Tal possibilidade, portanto, seria um revés para a ditadura comunista.

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