A Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) avalia realizar uma reunião ministerial extraordinária neste domingo, 4, para discutir a ofensiva militar dos Estados Unidos contra o regime venezuelano.
Criado em 2010, o bloco é formado por 33 países da América Latina e do Caribe. Suas pautas se concentram em temas como soberania, democracia, direitos humanos e política internacional.
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A possível reunião emergencial ocorre em meio à repercussão da operação norte-americana que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro, na madrugada deste sábado, 3.
O presidente Donald Trump anunciou que o Exército retirou Maduro de um esconderijo em Caracas. Ele afirmou que, por ora, os EUA supervisionarão o território venezuelano.
Apesar da ofensiva, o controle total da Venezuela permanece incerto, pois Trump não detalhou como pretende administrar o país. Embora os EUA tenham capturado Maduro, membros do regime chavista ainda operam instituições e resistem à um governo democrático.
Os militares levaram Maduro e sua mulher, Cilia Flores, ao navio USS Iwo Jima. Ambos desembarcaram neste sábado em uma base militar em Nova York, onde autoridades do Distrito Sul de Manhattan o processarão.
As acusações incluem conspiração para narcoterrorismo, tráfico de cocaína e posse de armamento pesado.
Lula reconhece Delcy Rodríguez como presidente interina e mantém vigilância na fronteira com a Venezuela
A ministra interina do Itamaraty, Maria Laura da Rocha, confirmou a decisão depois de uma reunião de emergência coordenada por Luiz Inácio Lula da Silva.
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O Itamaraty também afirmou que seguirá monitorando a fronteira com a Venezuela, embora não tenha registrado nenhuma movimentação atípica na região depois da operação dos EUA.
Celac!
Ainda existe isto?…