O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, declarou que seu governo não pretende firmar um acordo de livre-comércio com a China. A fala ocorreu depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou taxar em 100% os produtos canadenses, caso Ottawa seguisse negociando com Pequim.
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Carney negou qualquer plano de romper os compromissos firmados no tratado comercial com Estados Unidos e México, que exige notificação prévia antes de negociações com economias não mercantis. Segundo ele, o acerto recente com os chineses apenas corrigiu distorções tarifárias em setores afetados nos últimos dois anos.
As relações entre os dois vizinhos norte-americanos ficaram mais tensas nas últimas semanas. Além do impasse com a China, pesaram as articulações de Washington para controlar a Groenlândia.
A pressão econômica começou a subir em 2024, quando o Canadá seguiu os EUA e impôs uma tarifa de 100% sobre carros elétricos chineses, além de taxar aço e alumínio em 25%. Em resposta, Pequim retaliou com tarifas sobre canola, carne suína e frutos do mar canadenses.
Carney confrontou Trump na Suíça
No Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, Suíça, Carney endureceu o tom contra Washington. “O Canadá e os EUA forjaram uma parceria extraordinária”, disse. “O Canadá não existe por causa dos EUA. [Ele] prospera porque somos canadenses. Nosso país é nosso, é o nosso país, é o nosso futuro.”
Em seguida, acusou grandes potências de usarem ferramentas econômicas para subjugar outros países. Também defendeu a autonomia da Groenlândia e reiterou o compromisso do Canadá com a Organização do Tratado do Atlântico Norte.
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A resposta de Trump veio no dia seguinte. Na quarta-feira 21, o republicano afirmou que o Canadá “vive graças aos EUA” e deveria mostrar gratidão. “Lembre-se disso, Mark, da próxima vez que fizer suas declarações”, concluiu.
Mais tarde, revogou o convite que havia feito a Carney para integrar o Conselho de Paz. O governo norte-americano criou o órgão para mediar conflitos no Oriente Médio, especialmente na Faixa de Gaza.






































já que existe um movimento de separação/emancipação de ALBERTA (do próprio Canadá) – aproveitem e ofereçam o resto do território, muito pouco explorado por sinal, para os USA administrarem, assim o ALASCA fica bem maior. Melhor em tudo para o CANADÁ.
daí anexar a Groenlândia é só atravessar o mar, FAZENDO DA REGIÃO UMA GRANDE BARREIRA contra ataques vindos da Ásia e do leste Europeu. (nem China, nem Rússia, nem Coreia do Norte para incomodar o Ocidente)
o Sr. TRUMP tem toda razão.
Deus salve a América e todos nós deste lado do planeta.
Gostemos ou não as tarifas são uma ferramenta legítima de soft power.