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Brasil teme divulgação paralela de resultados das eleições na Venezuela

Governo Lula acredita que informações antecipadas sobre os votos podem causar tumulto e revolta popular

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, observa fiscais enquanto vota durante a eleição presidencial em Caracas - 28/7/2024 | Foto: Fausto Torrealba/Reuters
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, observa fiscais enquanto vota durante a eleição presidencial em Caracas - 28/7/2024 | Foto: Fausto Torrealba/Reuters

O governo Luiz Inácio Lula da Silva está preocupado com a divulgação paralela de resultados eleitorais na Venezuela, que ocorre neste domingo, 28. Esse cenário pode causar tumulto e revolta popular, segundo o Planalto. A informação é da CNN Brasil.

A comunidade internacional destaca a importância de que todos aceitem o resultado oficial, independentemente de quem vença. A oposição, representada por Edmundo González, planeja basear-se nas atas de totalização dos votos impressas pelas urnas nos centros de votação.

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Em contrapartida, a ditadura venezuelano insiste que o boletim do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) é o único resultado válido. O chavismo conclama seus apoiadores a saírem às ruas depois da divulgação oficial dos resultados pelo CNE.

Autoridades da Venezuela se manifestam

O procurador-geral do Ministério Público da Venezuela, Tarek William Saab, ressaltou que o CNE é a única entidade autorizada a anunciar os resultados e disse que qualquer tentativa de usurpar suas funções será considerada criminosa.

“Por se tratar de um crime de usurpação de funções próprias do ente reitor, em matéria eleitoral, e ter como fim gerar caos e confusão na população, o Ministério Público iniciará imediatamente — se isso ocorrer — uma investigação respectiva e o autor ou autores de tais fatos serão presos de acordo com o estabelecido na lei e na Constituição”, declarou Saab.

Leia também: “A farsa eleitoral na Venezuela”, reportagem de Cristyan Costa publicada em Oeste

A oposição já denunciou manobras da ditadura de Maduro para barrar dissidentes, incluindo a inabilitação de María Corina Machado e problemas técnicos no registro de sua substituta, Corina Yoris.

Além disso, eleitores venezuelanos no exterior enfrentam dificuldades para votar, há prisões de opositores e mudanças de centros de votação. Isso complica ainda mais o processo eleitoral.

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6 comentários
  1. Cristiano Motta Ribas 251
    Cristiano Motta Ribas 251

    Agora o tirano de lá se equiparou ao comparsa condenado nomeado pela “corte” eleitoral daqui . Tá zero a zero.

  2. Reel
    Reel

    Eleições fraudadas com certeza. Esse baba a do maduro controla tudo e todos.

  3. LindVi
    LindVi

    … Postecipadas ao favor de intervenções artificiais …

  4. Regtor
    Regtor

    Novela com final conhecido.
    Maduro+ 6 anos, até outra farsa em 2030.

  5. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    O oficial estão fraudando com ajuda do Brasil , estão com medo?

  6. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    O ex presidiário daqui fica na presepada mas vai apoiar o ditador analfabeto igual a e le

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