Deixar o país em busca de maior liberdade e qualidade de vida tem sido uma escolha crescente entre brasileiros. A fuga de capital acompanha esse movimento, em meio a incertezas políticas e econômicas. Esse cenário se conecta a uma tendência mundial conhecida como capitalismo nômade.
Nesse cenário, um levantamento da consultoria Nomad Capitalism listou os destinos mais atrativos para viver e investir. O Brasil ficou em 96º lugar entre os países avaliados. No total, o índice analisou mais de 200 localidades. Na liderança, estão Mônaco e Ilhas Maurício, seguidos por Suíça e Portugal.
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A posição coloca o país apenas no meio da tabela, bem longe das nações mais desenvolvidas do mundo. Além disso, países vizinhos como o Paraguai, Chile e Uruguai conseguiram uma posição superior à do Brasil.
Ranking da liberdade: Brasil falha nos principais indicadores
O único destaque brasileiro, embora controverso, foi em “direitos humanos”, em que a Nomad afirmou que eles são “plenamente respeitados, além de outras garantias asseguradas”. Nesse ponto, o país superou Japão, Espanha e Reino Unido.
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Nos demais critérios, a avaliação foi negativa. Em “liberdade financeira”, a consultoria apontou alta tributação e burocracia, que dificultam o gerenciamento de riqueza. A nota foi igual à da Argentina e inferior à de Paraguai, Namíbia e Belarus.
A “qualidade de vida” também ficou na média. O estudo reconheceu pontos fortes em alimentação e clima, mas destacou falhas em saúde e educação.
Já em “proteção de ativos”, a nota do Brasil foi uma das piores. Segundo a consultoria, as ferramentas de proteção de riqueza são limitadas, e a aplicação das leis pode ser politizada, com risco elevado de expropriação. O desempenho foi semelhante ao da Venezuela, que vive uma ditadura.
Na área de “segurança”, o Brasil recebeu avaliação abaixo da média. A Nomad apontou “inquietação moderada” e “policiamento pouco confiável”. A nota final ficou no mesmo nível ou abaixo de países que enfrentam guerras ou instabilidade, como Ucrânia, Kosovo e Timor Leste.






































Se foi bem avaliado no quesito direitos humanos,entao sao cegos ou esquerdistas apaixonados.certamente a classificaçao e pior.