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Netanyahu agradece a Trump e diz que ataque ao Irã reforça aliança EUA-Israel

Pronunciamento do premiê israelense ocorre depois do bombardeio norte-americano a instalações nucleares

Aliado de Trump, Netanyahu apoia ofensiva e cobra firmeza contra regime iraniano | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
O grupo terrorista Hamas afirmou que não recebeu nenhuma proposta nova | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou, no sábado 21, que a decisão dos Estados Unidos de bombardear instalações nucleares do Irã representa um marco no conflito no Oriente Médio.

Netanyahu elogiou o presidente Donald Trump pela operação e destacou o impacto da ação para o futuro da região. Em pronunciamento transmitido por emissoras locais, o premiê disse que os EUA “fizeram o que nenhum outro país poderia ter feito”.

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Além disso, Netanyahu ressaltou que a ofensiva “abre caminho para um futuro de prosperidade e paz”. Ele reforça a parceria entre as nações: “Primeiro vem a força e depois a paz”.

O governo israelense considerou a operação norte-americana um sucesso. Netanyahu afirma que a ofensiva superou as expectativas ao atingir os principais centros nucleares iranianos.

Ele mencionou, por exemplo, Fordow, Natanz e Esfahan como alvos estratégicos do ataque. A ação dos EUA ocorreu depois de mais de uma semana de confrontos diretos entre Israel e Irã.

Netanyahu apoia ataque dos EUA e Irã reage com novas ameaças

Os dois países trocaram bombardeios e ataques aéreos, elevando a tensão no Oriente Médio. Trump confirmou a operação em mensagem publicada em suas redes sociais.

Depois da ação, a TV estatal do regime islâmico exibiu um mapa destacando bases norte-americanas na região. O gráfico indicava que as instalações estão dentro do alcance dos mísseis iranianos.

Um comentarista do canal afirmou, inclusive, que tropas e cidadãos norte-americanos no Oriente Médio passaram a ser considerados alvos. A ação militar dos EUA envolveu o uso de bombas desenvolvidas para destruir instalações subterrâneas.

+ Leia também: “Congressistas dos EUA apoiam ofensiva de Trump contra o Irã”

As armas, conhecidas como bunker busters, atingiram as estruturas mais protegidas do programa nuclear iraniano. A Casa Branca vinha sinalizando a possibilidade de intervir no conflito em apoio a Israel, seu principal aliado na região.

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