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Áustria flexibiliza medidas de isolamento depois de recuo do coronavírus

Taxa de crescimento de novas infecções diárias no país diminuiu 2,8%; governo anunciou medidas para a retomada da economia

O primeiro-ministro da Áustria, Sebastian Kurz, num evento em Praga | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR

Taxa de crescimento de novas infecções diárias no país diminuiu 2,8%; governo anunciou medidas para a retomada da economia

O primeiro-ministro da Áustria, Sebastian Kurz, num evento em Praga | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR

O primeiro-ministro da Áustria, Sebastian Kurz, anunciou no domingo 5 um plano de ação para aliviar as medidas de isolamento radical adotadas para combater a pandemia de coronavírus. Conforme noticiou Oeste, o avanço da covid-19 na Europa recuou. E a coisa não foi diferente no país austríaco.

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Numa entrevista coletiva, as autoridades de saúde locais afirmaram que a taxa de crescimento de novas infecções diárias no país diminuiu 2,8%, ante mais de 40% no começo de março. Sendo assim, os governantes passaram a repensar a retomada da atividade econômica e um cronograma foi elaborado.

De acordo com o planejamento, pequenos comércios poderão abrir novamente a partir de 14 de abril, além de grandes lojas de bricolagem e centros de jardinagem. Ademais, o plano promete uma suspensão gradual das restrições à vida pública. Contudo, o governo esclareceu que o processo tem de ser gradual.

O governo também anunciou que estenderá a exigência do uso obrigatório de máscara hospitalar em supermercados, bancos e outras lojas atualmente abertas. Além disso, sua utilização será necessária em todos os transportes públicos do país.

A atitude da Áustria já era esperada. Toda pandemia avança com ou sem o “confinamento para todos” até que mais da metade da população seja infectada. Em seguida, a curva desce. É o que aconteceu na Itália e na Espanha recentemente. Os dois países foram fortemente afetados pela pandemia, mas já apresentam recuo da covid-19.

O mesmo efeito ocorrerá no Brasil. Portanto, o mais adequado neste momento é concentrar esforços para a proteção do grupo de risco e comprar mais testes de detecção da doença. Não só, multiplicar o número de leitos de UTI é palavra de ordem.

Vale ressaltar que, apesar de já ter disponibilizado imóveis no intuito de abrigar os doentes em razão da covid-19, a União precisa aumentar esse número, haja vista que são muitas as propriedades ociosas do Estado.

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