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Atirador transgênero mata duas pessoas nos EUA

Disparos, feitos por homem que se identifica como mulher, atingiram pessoas da família; caso pode ser de violência doméstica

Pista de gelo onde houve o tiroteio em Rhode Island (EUA) | Foto: Reprodução/Redes sociais
Pista de gelo onde houve o tiroteio em Rhode Island (EUA) | Foto: Reprodução/Redes sociais

Um atirador transgênero abriu fogo em uma pista de gelo em Pawtucket, no Estado de Rhode Island, nesta segunda-feira, 16, e matou duas pessoas. Em seguida, suicidou-se, segundo a polícia local. Roberto Dorgan, de 56 anos, era um homem, mas se identificava como mulher e também era conhecido como Roberta.

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Um vídeo postado nas redes sociais mostra o momento dos disparos na pista de patinação.

Imagem do atirador, que se identificava como mulher, e vídeo com o momento dos disparos

Segundo a chefe de polícia de Pawtucket, Tina Goncalves, Dorgan abriu fogo na Dennis M. Lynch Arena durante uma partida escolar de hóquei entre Coventry e Blackstone Valley, em um evento classificado como um jogo familiar.

De acordo com informações da imprensa norte-americana, Dorgan tinha sido casado com uma mulher e tinha três filhos. Há cerca de seis anos, fez uma cirurgia de redesignação sexual.

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O ataque teria sido premeditado, e os disparos teriam atingido familiares: dois morreram e três estão hospitalizados em estado grave. Seria, portanto, um caso de violência doméstica.

Desentendimentos familiares

Documentos judiciais obtidos pela FoxNews revelam que Dorgan tinha desentendimentos com parentes que se agravaram depois de sua cirurgia de redesignação de gênero.

Em 2020, Dorgan relatou à polícia de North Providence que o sogro queria expulsá-lo de casa depois da cirurgia. Na ocasião, as autoridades identificaram o suspeito como Robert Dorgan, também conhecido por “Roberta”.

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Registros judiciais mostram que Dorgan denunciou o sogro por usar um termo ofensivo contra pessoas transgênero e ameaçar represálias caso ele não saísse de casa. O sogro chegou a ser acusado, mas o caso foi arquivado.

No processo de divórcio, a ex-mulher de Dorgan inicialmente citou questões relacionadas à cirurgia de redesignação de gênero e traços de transtorno narcisista de personalidade, mas depois alterou o motivo para “diferenças irreconciliáveis”. O divórcio foi concluído em 2021, período em que Dorgan residia em Jacksonville, Flórida, e trabalhava como caminhoneiro, informou a Fox.

Também em 2020, Dorgan acusou a mãe de agressão e comportamento ameaçador, segundo registros policiais. Ela foi indiciada por agressão simples e perturbação da ordem, mas o processo foi posteriormente arquivado.

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1 comentário
  1. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    O que está acontecendo com os travecos nos EUA, hein?

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