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Ataques dos EUA a embarcações suspeitas deixam 11 mortos no Pacífico e no Caribe

Governo norte-americano elimina novos alvos ligados ao narcotráfico

Alvo divulgado pelo governo dos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Redes sociais
Alvo divulgado pelo governo dos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Redes sociais

Onze pessoas morreram em três ataques contra embarcações realizados pelos Estados Unidos (EUA) na noite desta segunda-feira, 16, em áreas do Pacífico e do Caribe. Segundo o governo norte-americano, as embarcações estariam ligadas ao tráfico internacional de drogas e operariam em rotas usadas por organizações classificadas como terroristas.

De acordo com o Comando Sul dos Estados Unidos, as ações tiveram como alvo três barcos suspeitos. As autoridades afirmaram que os ocupantes participavam de atividades associadas ao narcotráfico, mas não divulgaram detalhes sobre a nacionalidade dos mortos, a localização exata das operações nem a quais grupos criminosos as embarcações estariam vinculadas.

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EUA ampliam estratégia de ataque ao tráfico 

O balanço oficial indica que quatro homens morreram na primeira embarcação, no Pacífico Oriental. Outros quatro morreram em um segundo barco atingido na mesma região. Já o terceiro ataque ocorreu no Caribe e deixou três mortos. Segundo o comunicado, todas as vítimas eram homens.

O governo dos Estados Unidos informou que as ofensivas fazem parte de uma estratégia ampliada de combate ao tráfico marítimo de drogas e a redes consideradas hostis à segurança nacional. 

Leia também: “Os ventos da liberdade”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 309 da Revista Oeste

Desde setembro de 2025, forças norte-americanas já realizaram mais de 30 ataques contra embarcações suspeitas no Pacífico e no Caribe. Ao todo, mais de 100 pessoas morreram nessas ações, conforme dados divulgados pelas próprias autoridades.

As operações têm sido criticadas por especialistas em direito internacional e por organismos multilaterais, entre eles a Organização das Nações Unidas, que cobram maior transparência sobre os critérios utilizados e possíveis impactos humanitários das ofensivas. Parte da comunidade internacional aprova, no entanto, as iniciativas como forma de conter efetivamente o avanço do tráfico.   

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