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Piano ao cair da tarde: sobre a plagiadora woke que presidia Harvard

Artigo de Mario Sabino: 'Na sua carta de demissão, Claudine Gay se coloca vítima de ódio por ser negra'

Claudine Gay - reitora Harvard
Claudine Gay: saída da presidência de Harvard em meio a polêmicas antissemitas e descobertas de plágios | Foto: Reprodução/Youtube/Harvard

A presidente de Harvard, Claudine Gay, finalmente renunciou, depois de submeter a universidade mais prestigiada do país a um desgaste sem precedentes. Na presidência de Harvard, Claudine Gay compareceu a uma audiência do Congresso dos Estados Unidos que investiga as manifestações antissemitas em campi universitários dos país.

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Assim como as presidentes da Universidade da Pensilvânia e do Massachussetts Institute of Technology (MIT), ela disse que incitar ao genocídio dos judeus só violaria o código de conduta de Harvard se o discurso se tornasse ação. Ou seja, a incitação criminosa, por si só, estaria no campo da liberdade de expressão. Uma falácia antissemita.

Diante do estupor geral, a presidente da Universidade da Pensilvânia renunciou logo em seguida e a do MIT ainda continua no posto. Claudine Gay fez mea-culpa e resistiu por quase um mês, amparada tácita e principalmente no fato de ser a primeira negra a presidir Harvard. Nesse meio-tempo, a universidade perdeu US$ 1 bilhão em doações. O caixa de US$ 50 bilhões segurou a onda.

A resistência esmoreceu depois que veio à tona que ela é uma plagiadora contumaz, além de ter uma produção acadêmica fraquíssima no campo das ciências sociais. Na segunda-feira 1º, novas acusações de plágio a demoliram de vez.

“Claudine Gay era figura ideal para que Harvard mostrasse que segue a cartilha woke

Mario Sabino

O histórico de Claudine Gay já era conhecido em Harvard, mas o conselho da universidade fez vista grossa e sacrificou despudoradamente a ética e o rigor científico: Claudine Gay era figura ideal para que Harvard mostrasse que segue a cartilha woke, a exacerbação tirânica do politicamente correto.

Claudine Gay, Harvard e a cultura woke

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‘Quando o discurso se cruza com a conduta, agimos’, disse Claudine Gay, sugerindo que nenhuma punição seria imposta àqueles que fizessem declarações antissemitas | Foto: Reprodução/YouTube/CNN

Na presidência da universidade, Claudine Gay não decepcionou e mostrou ser uma inquisidora política, sociocultural, identitária. O resultado está aí: a elite universitária norte-americana dopada pelo wokeísmo, não apenas em Harvard, apoia os terroristas do Hamas e vê com simpatia relativista o assassinato em massa de judeus, porque eles seriam representantes da cultura branca opressora no Oriente Médio.

“Ela só caiu porque se descobriu que também copia trabalho alheio”

Mario Sabino

Na sua carta de demissão, Claudine Gay se coloca vítima de ódio por ser negra. Diz ter sido “assustador ser submetida a ataques pessoais e ameaças alimentadas por animosidade racial”. É um espanto. Na realidade, é o contrário, e ela só caiu porque se descobriu que também copia trabalho alheio, não apenas por ter dado azo ao antissemitismo na universidade que presidia, o que deveria ter sido mais do que suficiente.

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13 comentários
  1. Marcus Magalhães
    Marcus Magalhães

    Entendi se ela branquinha ai podia falar sobre antissemitismo, ser contra Israel , tá tudo certo ?

  2. Christian
    Christian

    Antissemita = Racista
    Plagiadora = Ladra (de ideias)
    Estou quae certo que daqui a pouco, o novo Reitor da Harvard vai ser um Aborígena LGBT.
    Contanto que seja woke.

  3. Vanessa Días da Silva
    Vanessa Días da Silva

    É uma incompetente, desqualificada e desonesta, a cor da pele é o menor dos problemas. E ainda por cima arrogante e soberba, refere ser vitima de racismo e não defende os judeus vítimas de discriminação étnica. A Harvard virou a USP. Só tem nome, mais nada de qualidade, ao menos na área de humanas.

  4. XY / XX
    XY / XX

    Ser negra nao é passaporte para plagio e outras atrapalhadas. O povo ja esta cansado desse vitimismo. Temos delinquentes e gente safada de todas as cores, sexo e raças.

  5. Eraldo Fonseca
    Eraldo Fonseca

    Quando será que essa idiotice irá acabar ? Cultura Woke, Orgulho da Parada Gay, Cota Racial….quando surgiu essa palhaçada ?
    Um Deputado Federal está sendo processado porque um homem travestido de mulher foi tratado por ser biológicamente masculino. Que poh@ é essa ?
    Nas escolas de nível médio e universitário estão idiotizando nossos jovens e fica por isso mesmo ?
    E agora porque Israel reagiu ao pior ataque terrorista – depois de 11/09 nos EUA – em seu território, os lacradores de plantão querem fazer dos terroristas a vítima ?
    Estamos no século XXI e o mundo está piorando.

  6. Fábio Moura
    Fábio Moura

    Preguiça desse vitimismo. Mudem de discurso, essa técnica não convence mais ninguém.

  7. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Ué, nos EUA têm cotas de plágio para negros? Se foi um software que demonstrou os plágios praticados por essa senhora será possível alegar ‘racismo algorítmico’?

  8. PCC
    PCC

    Já vai tarde. Certamente a Universidade de Harvard está melhor.

  9. ROSANA DAS GRAÇAS NOGUEIRA
    ROSANA DAS GRAÇAS NOGUEIRA

    Em nome do descolamento do discurso woke, crimes vêm sendo praticados e ademais essa cantiga de grilo identitária já não convence ninguém, só irrita!

  10. Fabio
    Fabio

    Vai tarde. Não importa raça, credo ou quaisquer outros aspectos para representar uma das maiores universidades do mundo.

  11. RODRIGO DE SOUZA COSTA
    RODRIGO DE SOUZA COSTA

    A cultura woke, criada para dividir a população e afastar a discussão de temas importantes, começa a desaparecer. Vai tarde.

    1. Marcos Sleiman Molina
      Marcos Sleiman Molina

      Vai? É cedo para comemorar. Aliás, chamar “woke” de “cultura” é, per se, um contrassenso em termos. O número de cúmplices dessa facção dominante é tão grande que está aí o resultado econômico, social, de segurança. Graças ao agro não
      Previsão para 2024: piora. O Coringa continua a administrar Gotham City. Sem Batman, Super-Homen ou Liga da Justiça.

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