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Arqueólogos descobrem braceletes de bronze na França

Achados datam mais de 3 mil anos

bracelete bronze
Imagem do bracelete antigo encontrado | Foto: Foto: Reprodução/M. Nordez; tomografia por G. Bourbouze

Arqueólogos desenterraram três tesouros antigos que continham quase 90 braceletes de bronze, na região da Bretanha, no noroeste da França.

Os objetos haviam sido escondidos aproximadamente entre 1450 a.C. e 1300 a.C. O estudo foi publicado na plataforma Cambridge Core, em 29 de junho.

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De acordo com a revista Antiquity, as escavações revelam que os artefatos teriam sido enterrados dentro de uma estrutura monumental, em que as pessoas se reuniam para rituais ou encontros socioeconômicos. Em 2021, um caçador de tesouros descobriu cerca de 60 braceletes de bronze no norte da região.

bracelete bronze
Imagens dos braceletes encontrados | Foto: Reprodução/M. Nordez

Além dos braceletes de bronze: outras descobertas na região

Posteriormente, arqueólogos e geofísicos analisaram a área onde os artefatos estavam escondidos. O trabalho em conjunto permitiu que eles identificassem 67 objetos de tempos diferentes, em um terreno de 1,5 mil metros quadrados.

Leia mais: “Cientistas buscam desvendar extinção dos megalodontes”

Os cientistas determinaram que as primeiras descobertas pertenciam a dois tesouros diferentes. Em uma ocasião, observaram que os objetos não estavam apenas colocados em uma cova, mas dentro de um recipiente de cerâmica. Além disso, os especialistas descobriram um vaso com 30 braceletes.

A equipe não detectou no local alguma evidência de sepultamento de falecidos, ou que este território teria sido habitado por pessoas durante muito tempo, visto que não encontraram resíduos domésticos.

“Ouro flutuante” em baleia morta

A semana é de descobertas, definitivamente. Um patologista encontrou uma pedra de âmbar cinza, conhecida como “ouro flutuante”, dentro de uma baleia cachalote morta.

O pesquisador conseguiu tal façanha numa praia da Ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias — um arquipélago espanhol perto da costa noroeste da África. A Universidade de Las Palmas, na Espanha, anunciou a façanha em 30 de junho, nas redes sociais.

Ao investigar o cólon do animal, Antonio Fernández Rodríguez, chefe do Instituto de Saúde Animal e Segurança Alimentar da Universidade de Las Palmas, revelou que a pedra teria causado a morte da baleia.

Imagem do âmbar cinza encontrado em uma baleia morta

O leitor pode ler a reportagem completa ao clicar neste link.

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