A defesa do ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro ficará sob a responsabilidade do advogado Barry Pollack, conhecido pela atuação em casos de alta repercussão, como a defesa de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, em tribunais norte-americanos. Pollack passa agora a representar o venezuelano no Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova York.
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A confirmação sobre a contratação do advogado ocorreu durante a primeira audiência de custódia, realizada nos Estados Unidos. Maduro, mantido sob detenção federal, declarou-se inocente e afirmou ser um “homem decente”.
Pollack informou ao juiz que não pretende, neste momento, solicitar liberdade sob fiança para seu cliente. Contudo, destacou que a estratégia poderá ser revista conforme o processo avança.
Preocupações com saúde de Maduro e alegações de sequestro

A equipe de defesa apresentou preocupações sobre o estado de saúde de Maduro, de modo a mencionar problemas médicos sem detalhamento. Os advogados também alegaram que Cilia Flores, mulher do ditador, sofreu ferimentos durante a operação militar dos EUA que resultou na captura do casal.
Ainda no tribunal, Maduro reforçou sua posição política, afirmou ser o “presidente da República da Venezuela” e classificou a ação militar como um “sequestro”.
No sábado 3, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que uma operação militar na Venezuela resultou na captura de Maduro e de Cilia Flores. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, confirmou que Trump emitiu a ordem de captura na noite da sexta-feira 2.
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A operação ocorreu na madrugada seguinte, com 150 caças e bombardeiros, que atacaram quatro alvos estratégicos e neutralizaram sistemas de defesa aérea venezuelanos. Helicópteros militares transportaram tropas até Caracas para efetuar a captura. A ação durou cerca de 2 horas e 20 minutos.






































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