O setor de mídia norte-americano registrou um movimento relevante com o anúncio do investimento de US$ 350 milhões feito pela Berkshire Hathaway, controlada por Warren Buffett, na The New York Times Company.
A informação consta de um relatório divulgado nesta terça-feira, 17, e enviado à Securities and Exchange Commission (SEC, em inglês). O texto, detalha as posições acionárias do quarto trimestre do ano anterior.
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A aquisição dessa fatia no New York Times marca o retorno da Berkshire Hathaway ao segmento de comunicação, depois de um intervalo iniciado em 2020, quando a empresa vendeu todos os seus ativos em jornais locais nos Estados Unidos.
Até então, a holding havia demonstrado desconfiança sobre a viabilidade da imprensa tradicional diante da queda de receitas publicitárias e dificuldades no modelo impresso.
Nova aposta de Buffett

O investimento ocorreu durante o último trimestre sob liderança direta de Buffett como CEO da Berkshire Hathaway. O aporte coincide com a consolidação do New York Times como referência em assinaturas digitais, depois de diversificar receitas por meio de newsletters, podcasts e serviços exclusivos, além de ampliar sua base de assinantes em escala global.
Especialistas analisam que a decisão de Buffett indica confiança na capacidade do New York Times de se adaptar tecnologicamente e manter a sustentabilidade financeira, mesmo diante dos desafios vividos por jornais regionais. A diferença de estratégia fica evidente ao se considerarem o robusto modelo digital e a presença internacional da marca.
Leia também: “Os ventos da liberdade”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 309 da Revista Oeste
A divulgação do investimento segue as regras de transparência exigidas para companhias de capital aberto. Ela revelou uma das últimas decisões de Buffett, de 95 anos, antes de deixar o comando-executivo da Berkshire Hathaway. O portfólio da holding abrange setores diversos, incluindo financeiro, tecnologia, energia e consumo.
No mesmo período, a Berkshire Hathaway também aumentou sua participação na Chevron, o que reforçou sua exposição ao setor de energia. Esse movimento antecedeu a operação militar do presidente Donald Trump que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro, em Caracas, na Venezuela. Tal cenário gerou oscilações no mercado do petróleo.






































ISSO NÃO É INVESTIMENTO….
LOGO ESSE CARA… NÃO BOTA DINHEIRO BOM EM COISA RUIM…
ESSE JORNAL ESTÁ QUEBRADO A MUITO TEMPO , E A MUITO NÃO PUBLICA COISA QUE PRESTE..