O jornal britânico The Guardian decidiu ampliar sua atuação nos Estados Unidos com uma campanha publicitária de grande impacto visual. Lançada na segunda-feira 22, a ação marca o início de uma nova estratégia editorial voltada para o público norte-americano.
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Criada pela agência Lucky Generals, a campanha “The Whole Picture” utiliza painéis no metrô e outdoors interativos espalhados por Nova York. As peças combinam frases e imagens fragmentadas, que ganham sentido completo apenas quando vistas em conjunto.
“Em um país sobrecarregado de opiniões rápidas, meias-verdades e confiança no jornalismo em erosão, trabalhar junto para contar a ‘história completa’ parecia urgente e importante”, disse Conner Tobiason, diretor criativo da agência.
A identidade visual remete a uma peça publicitária de 1986, chamada “Pontos de Vista”, que consagrou o The Guardian por mostrar múltiplas perspectivas de um mesmo acontecimento.
Jornal coloca Trump no centro da política climática
O material também traz imagens provocativas. Em uma delas, turbinas eólicas giram no Mar do Norte — um tema que o presidente norte-americano, Donald Trump, costuma criticar. Em seguida, aparece o republicano com o cabelo bagunçado. Por fim, a última imagem mostra uma tempestade na China.
O cartaz faz um jogo com a expressão “get wind of”, que significa “ficar sabendo de algo”. Ao usar a palavra “wind” (vento), o jornal associa clima e informação. A frase sugere “quem ganha e quem perde” com a política climática.
Expansão inclui contratações e novos produtos
O Guardian vai investir mais nos EUA. A empresa deve contratar dezenas de jornalistas, principalmente em Nova York e Washington. Também vai lançar um novo podcast. Além disso, o jornal prepara uma ampla cobertura da Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos EUA, no México e no Canadá.
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Em vídeo institucional, a editora norte-americana Betsy Reed apresenta a campanha aos leitores. Segundo a CEO Anna Bateson, a receita nos EUA alcançou US$ 75 milhões no último ano, com expectativa de crescimento.






































A Oeste devia ler e ecoar a mídia alternativa e conservadora dos EUA e Europa, não essas velharias de extrema-esquerda que ninguém mais lê por lá. Francamente.
Hipocrisia descarada do The Guardian: aproveita que os EUA está num excelente momento econômico justamente para criticar o governo responsável por isso. Por que já não foram antes, quando o gagá bidê ainda era presidente dos EUA?