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Repórter da Globo se manifesta, depois de quase ser assaltada ao vivo: 'Tristeza e medo'

De bibicleta, um bandido tentou roubar a jornalista Juliane Massaoka

Globo | 'Infelizmente, tem dias em que a violência se impõe e a gente fala dela, denuncia, na esperança de ver mudanças', disse Juliane | Foto: Reprodução/TV Globo
'Infelizmente, tem dias em que a violência se impõe e a gente fala dela, denuncia, na esperança de ver mudanças', disse Juliane | Foto: Reprodução/TV Globo

A repórter Juliane Massaoka, que sofreu uma tentativa de furto ao vivo durante o programa Encontro com Patrícia Poeta, nesta sexta-feira, 8, descreveu o que sentiu naquele momento. Ela fazia uma passagem da Avenida Paulista, em São Paulo, quando um ciclista encapuzado tentou arrancar o celular que estava em sua mão.

O segurança da equipe, Celso Ricardo Rodrigues, chegou a segurar o ladrão depois do crime. “Só o soltou quando viu que eu estava inteira e com o celular na mão”, disse Juliane.

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Ela lamentou as cenas, “em plena luz do dia, com câmeras de segurança, câmera da TV Globo e viaturas da Polícia Militar a menos de uma quadra de distância”. “Difícil descrever o sentimento”, disse. “Talvez um misto de impotência com tristeza e medo.”

Repórter da Globo comenta críticas ao Encontro com Patrícia Poeta

A jornalista contou que lê as reclamações na internet de pessoas que dizem que o Encontro trata demasiadamente de temas que envolvem violência — antes do ocorrido, o programa discutia a violência na capital paulista.

“Saibam que tudo o que a gente quer é trazer leveza, arte, entretenimento e notícias boas”, disse a jornalista, que ressaltou que, mesmo depois da tentativa de furto, mostrou um violoncelista e falou sobre o aniversário da avenida.

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“Infelizmente, tem dias em que a violência se impõe e a gente fala dela, denuncia, na esperança de ver mudanças”, disse Juliane.

A repórter afirmou que ela e a equipe estão bem, em segurança e com todos os seus pertences. “Espero cada vez mais realizar esse trabalho contando boas histórias, mas sempre que for necessário, assuntos pesados serão denunciados também”, concluiu

Leia também: “Record quer Casagrande e ex-repórter da Globo na cobertura do Paulistão 2024”

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2 comentários
  1. Luis Gonzaga
    Luis Gonzaga

    Mas a globosta nao defende estes bandidos como vitinas da sociedade? Ou considera estes roubos como distribuição de renda? Devia ter entregue o celular e pedir desculpa ao ladrão por ser supremacista branca

  2. Walquirio de Oliveira Coelho
    Walquirio de Oliveira Coelho

    O amor venceu. O presidente que eles ajudaram a eleger já falava que pode roubar o celular e para o cara tomar uma cervejinha.
    Está Globo e uma piada kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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