A morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos, repercutiu na imprensa internacional. Veículos da Argentina, dos Estados Unidos e de países da Europa destacaram a trajetória e o legado do atleta brasileiro.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar se consolidou como um dos principais nomes da história do basquete nacional. Ele teve papel central na popularização da modalidade no Brasil e ganhou reconhecimento fora do país.
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Imprensa argentina destaca legado
O jornal argentino Clarín classificou o atleta como uma das maiores lendas do esporte. A publicação destacou atuações em Jogos Olímpicos e partidas marcantes pela seleção brasileira.
O veículo lembrou a conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. A reportagem ressaltou a vitória sobre os Estados Unidos por 120 a 115.
Cobertura nos EUA
A agência norte-americana Associated Press (AP) destacou o apelido “Mão Santa” e a popularidade do brasileiro no país. O texto ressaltou o estilo de jogo baseado em arremessos de longa distância.
A AP também mencionou comunicado da família, que citou uma luta de 15 anos contra um tumor cerebral. Segundo o texto, o ex-jogador manteve postura de coragem e resiliência.
O jornal The Washington Post destacou a ausência de passagem pela NBA e a escolha pela Seleção Brasileira de Basquete.

Destaque na imprensa europeia
Na Itália, a Gazzetta dello Sport relembrou a passagem de Oscar Schmidt por clubes locais. O jornal destacou o impacto do jogador no campeonato nacional e sua condição de referência ofensiva.
A agência de notícias italiana Ansa ressaltou o brasileiro como o único representante do país no Hall da Fama da NBA. O veículo também citou reconhecimento internacional e recordes de pontuação.
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Na França, o Eurosport também destacou o recorde. O site classificou o ex-jogador como ícone do esporte.
Na Espanha, o canal RTVE lembrou a carreira internacional do atleta. A emissora detalhou ainda sua trajetória fora do Brasil.
Legado de Oscar Schmidt no basquete mundial
Em cinco participações olímpicas, tornou-se o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos. Oscar Schmidt integra o Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete e o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga norte-americana. A NBA prestou homenagem ao atleta nas redes sociais.
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Oscar foi um dos maiores atletas brasileiros. Tornou-se lenda, não só no basquete, mas como homem íntegro, destacando-se como de qualidades pessoais extraordinárias. Como Pelé, ficará eternamente na lembrança de todos os brasileiros..