Em entrevista ao Oeste com Elas desta quarta-feira, 17, a jornalista Mônica Salgado apresentou o movimento Mulheres de Direita com Orgulho, criado em parceria com a influenciadora Morgana Klein. A iniciativa busca reunir mulheres conservadoras, combater estigmas e desafiar a hegemonia das pautas progressistas.
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Segundo Mônica, o projeto surgiu de uma provocação feita por Morgana: “Mônica, vamos nos unir? Você não acha que falta união na direita?”. A partir desse impulso, a jornalista decidiu agir, reuniu mulheres com os mesmos princípios, “arregaçou as mangas” e tirou do papel o movimento que já ganhou as redes.
“Precisamos reunir essas mulheres que a gente sabe que se acompanham, que compartilham dos mesmos valores e princípios”, disse Mônica. “Aí, arregacei as mangas, fui atrás de pessoas que conheço — e nasceu o movimento que começamos na semana passada, e que super viralizou.”
A jornalista ressalta que um dos objetivos é desmontar a imagem distorcida que há décadas pesa sobre a direita. Para ela, a esquerda colou nos conservadores o rótulo de inimigos da justiça social, da igualdade e do bem comum — uma caricatura que precisa ser apagada.
“Trabalharam esses estereótipos de forma brilhante, e funcionou”, afirmou. “A proposta do movimento é justamente esclarecer que defendemos a justiça social, não do jeito que se pratica hoje, e apoiamos a diversidade, mas uma diversidade que inclua todos. A ideia é mostrar que também queremos um Brasil mais justo, com distribuição de renda, mas acreditamos em caminhos diferentes. Caminhos sustentáveis!”
Mulheres conservadoras são mais felizes
Um levantamento da American Family Survey, divulgado em 2024, apontou uma diferença significativa nos níveis de satisfação com a vida entre mulheres com visões políticas opostas nos Estados Unidos.
O estudo revelou que mulheres conservadoras relatam maior realização pessoal e índices mais altos de felicidade. Já entre as alinhadas à esquerda, os níveis de satisfação são consideravelmente mais baixos.
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Segundo os dados, 37% das mulheres conservadoras se declaram “completamente satisfeitas” com a vida. Entre as esquerdistas, esse número cai para 12%. O estudo também indica que jovens conservadoras têm três vezes mais chance de se considerarem muito felizes do que jovens de ideologia progressista.






































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