O jornal Folha de S.Paulo afirmou, em editorial publicado na noite deste domingo, 16, que as estatais federais vivem um “descalabro” sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, marcado, segundo o jornal, por “ideologia estatista e desapreço por regras básicas de boa governança”.
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A crítica se baseia no 7º Relatório de Riscos Fiscais do Tesouro Nacional, que mostra perdas recorrentes em nove empresas controladas pela União e eleva o risco de aportes bilionários com dinheiro público.
O relatório projeta déficits de R$ 6,2 bilhões em 2025 e R$ 6,7 bilhões em 2026 para um grupo de 27 estatais dependentes de receitas próprias — excluídas Petrobras e bancos públicos. A Folha afirma que os números evidenciam o esgotamento do modelo atual.
Mais críticas da Folha a Lula

Entre os casos mais graves, o jornal destaca os Correios, que registraram prejuízo de R$ 2,6 bilhões no segundo trimestre de 2025, quase cinco vezes o valor de 2024. No semestre, as perdas chegaram a R$ 4,4 bilhões.
A empresa discute a viabilidade de um empréstimo de R$ 20 bilhões, com aval do Tesouro. Para o jornal, a medida apenas “adiaria o inevitável” e imporia novos custos ao pagador de impostos. “Manter o modelo atual é condenar os pagadores de impostos a mais um ciclo de rombos”, afirma o texto.
A Folha também cita a situação da ENBPar, controladora da Eletronuclear, que precisa de R$ 1,4 bilhão para pagar despesas até dezembro. A conclusão de Angra 3 pode exigir outros R$ 20 bilhões, segundo estimativas oficiais. Infraero, Casa da Moeda e Companhias Docas de cinco Estados também enfrentam queda de receita e prejuízos.
O jornal atribui parte da crise à liminar concedida em 2023 pelo então ministro do STF Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública de Lula, que flexibilizou a Lei das Estatais e permitiu nomeações “sem qualificação técnica”. A Folha afirma que a decisão abriu espaço para indicações políticas e sindicais em diretorias e conselhos.
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Embora o Supremo tenha validado novamente as restrições em 2024, os indicados durante a vigência da liminar continuam nos cargos até o fim dos mandatos. Segundo o editorial, o governo repete um padrão histórico ao defender as estatais como motores do desenvolvimento, mas entregar “a sangria de recursos públicos”.
O jornal, por fim, cobra um plano de recuperação com gestão profissional e corte de benefícios, além de defender privatizações “onde for possível”. Para os Correios, a Folha considera que a privatização já deveria ter ocorrido e avalia que, diante da deterioração, “o risco a essa altura é não haver interessados”.






































ESSE GOVERNO MORREU…. CABE AO MAIOR PARCEIRO DELE O MSTF …ENTERRA-LO !
Seria uma benção pra esse país se entrasse junto na cova !
pelo jeito diminuiram a verba pra Folha,,,,,porque as estatais com esse governo estão dando prejuizo não é de hoje,,,,
MAS A FOLHA FEZ O L DESDE O INÍCIO
Uma canetada do Supremo , parece que valeu bilhões de prejuízo