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Furtado na França, brasileiro localiza bens em outro continente: 'Não é só no Brasil'

Durante cobertura em Marselha, jornalista Rodrigo Alvarez teve levados equipamentos e documentos, rastreados na Argélia

O jornalista brasileiro Rodrigo Alvarez
O jornalista brasileiro Rodrigo Alvarez | Foto: Reprodução/Instagram

Durante uma viagem profissional à Marselha, na França, país europeu, o jornalista Rodrigo Alvarez relatou ter sido vítima de furto. Contudo, posteriormente, localizou seus pertences em solo argelino, no norte da África.

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O caso ocorreu quando sua equipe jornalística se dirigia à Gruta de Maria Madalena e, sem sinais de arrombamento, teve o carro violado e vários itens subtraídos. Entre os bens levados, estavam roupas, câmeras, lentes, computadores, documentos pessoais e passaportes de parte da equipe.

Segundo Alvarez, “o carro não tinha nenhuma marca, nada, nenhuma tentativa de arrombamento, só as impressões digitais em uma das portas”. “[Tinha] Um dinheiro bastante considerável em equipamento e bens pessoais”, explicou, ao detalhar as perdas. “Levaram dois óculos meus, passaporte meu, do Léo, do Pedro… o Hélio tinha guardado no bolso, não foi levado.”

Suporte do consulado brasileiro na França

Circulados em vermelho, os países França, na Europa, e Argélia, na África
Circulados em vermelho, os países França, na Europa, e Argélia, na África | Foto: Reprodução/Google Maps

Apesar do incidente, Alvarez conseguiu reaver o próprio passaporte, graças a suporte oferecido pelo Consulado Brasileiro em Marselha. O jornalista elogiou o acolhimento do órgão diplomático. “É bom a gente estar fora do Brasil e se sentir em casa, acolhido”, disse o apresentador. “Então, queria agradecer ao Consulado.”

Um dos computadores furtados possuía rastreamento em tempo real, o que permitiu à equipe localizar o equipamento no Aeroporto de Marselha. Ao buscarem informações junto à polícia, os jornalistas descobriram que os objetos já estavam a caminho de Argel, capital da Argélia.

Leia também: “O otimismo dos analistas com o Brasil”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 305 da Revista Oeste

Alvarez criticou a atuação dos policiais franceses. Para ele, trata-se de uma “polícia preguiçosa”. O repórter lamentou o prejuízo financeiro, mas destacou que não houve violência física durante o furto.

“É isso, prejuízo grande”, disse. “Não é só no Brasil que acontece. Pelo menos não teve violência nenhuma, foi um furto. Demos queixa na polícia, aquela chateação toda.”

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2 comentários
  1. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    É lamentável qualquer tipo de roubo e deve ser punido duramente para mostrar que as Leis devem ser respeitadas. No entanto, o vivente não deixou de passar pano, relativizar, desviar a atenção com o tal ” não é só no Brasil “. “A Argélia tem a pena de morte como legal em seus estatutos para crimes como terrorismo, traição e homicídio qualificado” ” Na Argélia, furtos e roubos são punidos com pena de prisão e multas de acordo com o Código Penal argelino, que se baseia em grande parte no direito civil francês.” “A Argélia segue os princípios do Islã, mas não é um estado que aplica a Sharia (lei islâmica) em sua totalidade como, por exemplo, a Arábia Saudita. O Islã, em casos específicos pune LADRÕES com a amputação da MÃO DIREITA, e na reincidência do PÉ ESQUERDO. Se valesse no BRASIL, não perderiam dedos e pés apenas…

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