Em editorial publicado nesta sexta-feira, 14, o jornal O Estado de S. Paulo afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem subvertido o Estado de Direito ao institucionalizar medidas “excepcionais” sob a justificativa de defender a democracia no Brasil.
Segundo o veículo, o caso de Eduardo Tagliaferro tornou-se símbolo desse novo modelo judicial. O ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes denunciou um esquema de censura no Tribunal Superior Eleitoral. Como resultado, virou réu — acusado pelo próprio magistrado que ele delatou.
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De acordo com as mensagens divulgadas pela Folha de S.Paulo, Moraes teria coordenado uma estrutura paralela para monitorar críticos e justificar censuras com relatórios sob encomenda. A ordem que partia do gabinete era clara: “Use a criatividade”.
Portanto, quando Tagliaferro denunciou o caso, virou alvo do próprio sistema. Foi acusado de quebrar sigilo funcional. O processo seguiu no foro errado. E o próprio Moraes, citado nas denúncias, manteve-se como julgador.
“A perversão jurídica é tão evidente quanto constrangedora”, diz trecho do editorial. “Moraes atua, simultaneamente, como vítima, investigador e julgador – e o tribunal age como cúmplice passivo.”
A Procuradoria-Geral da República não investigou o conteúdo da acusação. Ao contrário, preferiu mirar o denunciante. A Justiça discutiu o processo em plenário virtual, sem sustentação oral e contraditório efetivo. Inclusive, até conversas privadas com o advogado tornaram-se expostas, violando garantias básicas da profissão.
O Estadão argumenta que, em qualquer país que respeite o Estado de Direito, isso seria escândalo. No Brasil, virou rotina — argumenta —, pois o STF passou a funcionar como tribunal de exceção em tempo integral.
STF abandona limites e transforma exceção em norma
Conforme o editorial, a lógica é sempre a mesma: censura antes do crime; busca e apreensão por opinião; inquéritos sigilosos sem prazo; leis suspensas por decisões individuais; e juízes que se colocam como parte interessada nos próprios julgamentos.
“O Supremo já não age como intérprete da Constituição, mas como seu substituto, convencido de que encarna o bem e pode combater o mal à base de canetadas judiciais”, ressaltou o veículo. “O STF, afinal, parece ter descoberto o moto-perpétuo da moralidade: julga, absolve a si mesmo e aplaude a própria virtude.”
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Para o Estadão, proteger o regime democrático exige o contrário disso. Exige limites, regras claras e obediência institucional. Assim, um tribunal forte nasce da contenção, não do arbítrio, pois reconhece que julgar não é punir inimigos, mas respeitar a lei, mesmo quando ela contraria convicções pessoais.
Enfim, o texto ressalta que Tagliaferro não afrontou a democracia, mas revelou como ela vem sendo sufocada sob pretexto de defesa. “Não se preserva a liberdade por meio da censura, nem a Constituição por meio da violação de suas garantias”.






































O apelido de estadinho (todo minúsculo mesmo) é apropriado pra esse jornaleco
O Estadão, CENSURADO por anos pelo Governo Sarney por ter feito JORANALISMO mostrando as diatribes do Fernando Sarney na CBF, quer agora posar de Madalena tardiamente arrependida, sendo esse mesmo Estadão um ponta de lança, capacho, cúmplice, sócio do REGIME DITATORIAL imposto ao país por UM Ministro do STF, o senhor Alexandre de Moraes? Madalena foi muito mais crível que o Estadão quer ser hoje depois de anos distorcendo FATOS, ignorando VERDADES em favor de um projeto TOTALITÁRIO DE PODER, que no fim das contas pode lhe pesar na cacunda. Os brasileiros que CANCELARAM assinaturas do Estadão e mesmo os que às vezes corriam os olhos sobre os contorcionismo verbal e fático para tocar o terror sobre a DIREITA. A quem o Estadão quer enganar com essa tardia confissão? ” Um processo absurdo.” ” O caso Tagliaferro expõe um Supremo Tribunal Federal (STF) que transforma a exceção em método.” Então, Estadão, onde seus ” jornalulistas ” estavam quando o CLEZÃO morreu sob a TUTELA DO ESTADO BRASILEIRO, pois fizeram matérias superficiais sobre essa DESGRAÇA debitada nas costas e alma do Ministro Moraes, escolhendo palavras que não melindrassem o Imperador Pedro Alexandre III? Nossa Senhora da Internet tem arquivos sobre o assunto e a falta de empatia e jornalismo combativo em busca da VERDADE em respeito aos FATOS. Onde o Estadão estava, que não fez jornalismo digno do termo em relação à Débora condenada por escrever frase de ” fofo ” Ministro do STF com uma arma altamente letal chamada de BATOM? Imprensa jungida para o DITADOR do momento não merece o respeito dos assinantes, que como Uol, Folha, Estadão perdem assinantes por abdicarem, covardemente, de exercer o jornalismo digno do termo. Américo Brasiliense de Almeida Melo e Manuel Ferraz de Campos Sales, fundadores do Estadão devem se revirar nas suas tumbas quando sabem das diatribes que vocês praticam. Nós sabemos, Estadão, o que você fez na Pandemia, quando como na Inquisição, demonizam as alternativas às Vacinas contra a Covid e estimularam, por consequência, as ações indevidas do STF. Vocês foram absolutamente cruéis na PANDEMIA, mas se esquecem que em pleno 2025 jovens atletas estão morrendo por ” mal súbito ” sob o silêncio dos ” especialistes ” da Academia, do próprio STF que usurpou CRMINOSAMENTE prerrogativas do Executivo e Legislativo. Vamos à Covid, Estadão? A cantora Joelma revela nova luta contra a Covid-19; é a décima vez que seu teste dá positivo, embora tenha tomado as VACINAS, no plural, claro, Estadão! Agora, não como manchete de primeira página, vocês ainda continuam de joelhos avalizando inconstitucionalidades sem ao menos questionar seus SENHORES. STF começa a decidir hoje se aceita denúncia contra Eduardo Bolsonaro por coação, mas vocês foram buscar provas da COAÇÃO, ou apenas obedecem ao que lhes é empurrado goela abaixo. Vou lhes ajudar. ” Coação é o ato de constranger ou forçar alguém a fazer algo contra a sua vontade, usando violência ou ameaça de um mal importante, seja de forma física ou psicológica. No direito, ela pode invalidar contratos ou outros atos jurídicos, tornando-os nulos ou anuláveis, e também pode ser um crime, como o de constrangimento ilegal. Vocês averiguaram os FATOS em busca da VERDADE, ou vão embromar? Por embromação, fico pensando qual seria a repercussão de vocês do Estadão, se a operação da PF ontem desse de cara com um filho do BOLSONARO estivesse na casa da ex esposa, sendo o mesmo filho que abriu a porta para a devassa da PF. Seriam matérias criativas para serem da primeira página pelo Novembro inteiro, mas apenas fizeram uma notinha quase escondida e se ” esqueceram ” do FATO. Não por acaso, o Estadão virou Estadinho. Bem feito!
Parabéns !! Faço de suas palavras as minhas !! Obrigado
Excelente artigo! Ops, digo, comentário. Parabéns!
D. Pedro III (Xandão) põem o estadão no inquérito. Manda prender esse blogueiro. Tá virando palhaçada!!
Meu comentario foi barrado, a verdade as vezes doi.
Será que o Estadão acordou?
Ele juntamente com a grande maioria da famigerada grande imprensa, não perdem por esperar.
A continuar este descalabro praticado pelo poder judiciário, em breve os mesmos serão engolidos pelo monstro que apoiam, a suja e descarada ditadura….
Infelizmente não. Hoje é a Rutinha. Amanhã é a Raquel….
Lidamos com bandidos, onde um de seus covis se encontra na própria Suprema Corte Federal (STF). Outro núcleo é o Congresso, em especial o Senado, de maneira que, na igualdade de senadores por Estados, o número de nordestinos e nortistas acaba por ser a maioria; não podendo atuar diferente quando em seus pleitos. Essas na esfera política direta, na indireta temos as mídias mainstream, das quais o próprio Estadão faz parte e as empresas Globo capitaneia todas, além das academias e artistas, que vão a nichos menos desenvolvidos para induzir seus indivíduos a brigar por pautas de interesses de esquerda. Um dia, para todos menos muitos poucos, já será tarde demais, doloroso demais, triste demais!