O jornal O Estado de S. Paulo publicou, nesta quarta-feira, 12, um editorial com o título “O perigo do jornalismo militante”. A crítica surgiu depois do escândalo que levou à queda do diretor-geral da BBC, Tim Davie, acusado de autorizar manipulações em um documentário com falas do presidente norte-americano, Donald Trump.
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Para o Estadão, o episódio é “mais que um tropeço editorial” e revela “um vício sistêmico” em parte da imprensa ocidental. Segundo o texto do jornal brasileiro, a emissora britânica “violou a sua razão de ser: a credibilidade”, ao distorcer falas e omitir conflitos de interesse. Um exemplo para isso é o caso de um programa sobre Gaza narrado pelo filho de um ministro do grupo terrorista Hamas.
A publicação ainda sustenta que, quando uma emissora pública mente, o cidadão paga em dobro: “Com a confiança e com o bolso”, opinou o Estadão.
O jornalismo e o ativismo

O Estadão afirma que a crise da BBC ilustra um fenômeno mais amplo: redações que “tomaram o partido da virtude e esqueceram o dever da verdade”. A publicação cita o memorando de Michael Prescott, ex-conselheiro editorial da emissora britânica, que descreve “uma cultura de autocensura e tabus progressistas”. Para o jornal, esse comportamento transformou a reportagem em “proselitismo” e a objetividade em “conformismo”.
Dados de pesquisas do Reuters Institute e da Universidade Federal de Santa Catarina reforçam, segundo o texto, o domínio de visões políticas à esquerda nas redações britânicas e brasileiras. O Estadão alerta para a hegemonia ideológica, a qual “não é imposta por governos, mas cultivada nas redações”.
Leia mais: “As vítimas dos usuários de informação”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 295 da Revista Oeste
Ao final, o jornal defende a ideia de que a imprensa recupere “humildade” e volte a “duvidar de si mesma”. “A verdade não pertence a um partido nem a uma causa, pertence ao público”, resume o texto. Para o Estadão, uma democracia sem imprensa confiável é “um corpo sem sistema nervoso”, e o jornalismo só cumpre seu papel enquanto serve à verdade, não a ideologias.






































A velha mídia militante “progressista” perdeu credibilidade e relevância por seu próprio mérito.
Esse jornaleco militante não moral para criticar ninguém, nem seus parceiros. Essa falsa imparcialidade não convence mais nenhuma pessoa. A melhor coisa que fiz foi cancelar minha assinatura.
Irônico é o Estadão fingir que não faz jornalismo militante…
Esse jornal podre estava falando do espelho. Nojentos e hipócritas.
O sujo falando do mal lavado. A porca mídia brasileira é vendida e corrupta.
#ESTADÃO, onde esta seu pedido de perdão; vc é o orgão jornalistico mais golpista que o país ja teve. Vc ESTADÃO é um dos que PARIU O D PEDRO III. Vcs são as larvas gordas da nação.