Em editorial publicado nesta sexta-feira, 17, o jornal O Estado de S. Paulo criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de autorizar a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o veículo, a medida representa um risco ao debate democrático ao levar disputas eleitorais para o campo judicial.
“Às vésperas da campanha oficial, a temerária decisão de Moraes serve de alerta para o perigo da intromissão do Judiciário no debate público”, diz trecho do texto. “Não há democracia no mundo que resista à tutela dos eleitores por juízes que se veem como curadores do discurso político.”
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O Estadão afirma que, embora as declarações feitas por Flávio sejam “muito sérias” e tenham ocorrido em “uma mídia social de amplo alcance”, elas não se distanciam do padrão de enfrentamento político observado em campanhas recentes.
Nesse contexto, o veículo critica a reação institucional ao caso e sustenta que Lula não deveria ter acionado o Ministério da Justiça nem a Polícia Federal em resposta à publicação.
“Isso é coisa de incumbente acuado, além de autoritário”, acrescentou. “A Procuradoria-Geral da República, por sua vez, deveria ter fulminado a eventual ação penal no nascedouro, negando-lhe parecer favorável. O Supremo, então, nem se fala.”
Conforme o texto, a tendência de intervenção do Judiciário no debate público transmite a ideia de que os eleitores não seriam capazes de avaliar, por conta própria, as declarações feitas por candidatos e figuras públicas.
O Estadão conclui que, no contexto eleitoral, deve prevalecer o princípio da mínima intervenção estatal. Nesse sentido, versões conflitantes e acusações devem ser enfrentadas no campo político, por meio do discurso e da disputa entre os candidatos.
Abertura do inquérito contra Flávio Bolsonaro
Na segunda-feira 13, Moraes determinou a abertura de um inquérito contra Flávio Bolsonaro. Segundo o magistrado, a investigação partiu de representação da Polícia Federal, formulada a pedido do Ministério da Justiça. O magistrado enviou os autos à PF e fixou prazo de 60 dias para as primeiras diligências.
O caso começou com uma postagem feita em 3 de janeiro de 2026, na plataforma X. Na ocasião, o senador teria associado imagens de Lula ao ditador Nicolás Maduro.
“Lula será delatado”, escreveu Flávio. “É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas.”
+ Leia também: “Conselheiro de Trump questiona inquérito contra Flávio”
O comentário ocorreu junto do compartilhamento de reportagem do portal Metrópoles. O material mencionava uma reunião do governo Lula depois da captura de Maduro por militares norte-americanos.
“Trata-se, portanto, de publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputam fatos criminosos ao presidente da República”, diz trecho da decisão de Moraes.






































Já usaram faça para eliminar adversário, agora usam o 5tf!
Esse careca do Master devia ter um pouco de caráter e vergonha na cara e devolver o dinheiro que pegou do master, arrumar seus panos de bunda e cair fora
A VELHA IMPRENSA ESTATIZADA PELO LULA AGORA TEM COMO SÓCIOS, BANQUEIROS DA RAFIA LULE, QUE APORTARAM 142 MILHÕES DE REAIS NO ESTADÃO. QUAL SERÁ A INDEPENDÊNCIA DO ESTADÃO PARA FALAR SOBRE ECONOMIA E POLÍTICA, JÁ QUE ESTÁ NO CABRESTO DA FARIA LULE?
“Bancos e empresas injetam R$ 142,5 mi no Estadão, diz jornal” Com a fuga massiva de assinantes desde a abertura do INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO, que o ESTADÃO apoiou, bem como a parcialidade e autoritarismo na PANDEMIA, o ESTADÃO virou porta-voz do que há de pior na Economia, Política e Justiça no Brasil. Se já não era isento, se já apoiava o AUTORITARISMO E DITADURA do SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL, agora o ESTADÃO só publicará o que for de interesse da Faria Lule. Ainda ensaia uns espasmos, mas é coisa para enganar os néscios, pois quem se ajoelha, quem não tem credibilidade para informar aos seus assinantes com apreço à VERDADE e aos FATOS, simplesmente perde a liberdade de opinar. Convenientemente, o ESTADÃO, agora ESTADINHO, já que não tem isenção para fazer jornalismo digno do termo, já começou a falar em nome de quem lhe colocou de joelhos. “Cadê o ‘Posto Ipiranga’? Fica claro que Flávio Bolsonaro não tem ideia do que propor para o Brasil. Não deve ter passado despercebido que o ‘filho’ subiu nas pesquisas ficando mudo, prova de que na eleição o silêncio valerá ouro — o que se aplica também a outros candidatos” O ESTADÃO, a mando da Faria Lule está especulando na esperança que Flávio anuncie quem seria seu Ministro da Fazenda, para sentir o pulso da Faria Lule, que agora manda no antigo ESTADÃO, hoje, ESTADINHO. Quem recebe 142 MILHÕES de Bancos e Financeiras, fica tão escravo quanto esposa de Ministro que recebeu 80 MILHÕES do DANIEL VORCARO. “Flávio Bolsonaro sugere toda semana que o anúncio do seu “Posto Ipiranga” é iminente — mas, até agora, nada. Imagino meus amigos economistas dos grandes bancos dando uma de Oscar Wilde diante de um convite (“não poderei aceitar, devido a compromissos que assumirei posteriormente”), escafedendo-se quando o “01” faz uma visita formal. O fato sugere que os economistas independentes, que têm apreço pela sua reputação, não querem sequer tirar uma selfie com o candidato.” Quanto à “reputação” de Economistas, senhor Fabio Giambiagi, certamente não seria alguém com seu perfil de sabichão. Talvez o “Posto Ipiranga” do Flávio seja o Beremiz Samir, ou alguém inspirado por Pitágoras, Tales de Mileto, Euclides, Carl Menger, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Daron Acemogle, Simon Johnson, James A. Robinson, Claudia Goldin, Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig, talvez até o Paulo Guedes, mas não um incompetente e farsante como o Fernando Haddad.
Não restam dúvidas de que o processo eleitoral brasileiro seguirá o modelo venezuelano onde se tentará calar a voz do candidato de oposição que se mostre mais competitivo e, no limite, causar a sua candidatura. E, para tanto, como no regime bolivariano, o candidato petista conta com a cumplicidade da Suprema Corte.
Cassar a candidatura
Agora dizem: Não há democracia no mundo que resista à tutela dos eleitores por juízes que se veem como curadores do discurso político.
Onde estavam o crápulas do estadinho em 2022?