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Em editorial, Estadão pede investigação contra ministros do STF

Jornal afirma que cabe ao procurador-geral Paulo Gonet apurar ligações de magistrados com o Banco Master

Ao todo, há registros de 11 voos envolvendo Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques | Foto: Montagem/Rosinei Coutinho/STF
Os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques, do STF | Foto: Montagem/Rosinei Coutinho/STF

O jornal O Estado de S. Paulo defendeu, em editorial publicado nesta terça-feira, 7, a ideia de que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue possíveis ligações entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Para o veículo, é “dever do procurador-geral da República, Paulo Gonet, requisitar a imediata abertura de inquérito” para apurar os fatos.

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Segundo o texto, a medida, embora incomum, não seria desproporcional, mas, sim, uma demonstração de respeito ao princípio da igualdade perante a lei. O editorial sustenta que os elementos revelados por reportagens recentes “não autorizam condenações prévias”, mas tornam “estranhíssimo o silêncio sepulcral do chefe do Ministério Público Federal”.

Conduta e transparência dos ministros do STF

Fachada da sede do jornal o Estado de S. Paulo vista da Avenida Engenheiro Caetano Álvares, no bairro do Limão, zona norte de São Paulo; jornalismo
Fachada da sede do jornal O Estado de S. Paulo vista da Avenida Engenheiro Caetano Álvares, no bairro do Limão, zona norte de São Paulo | Foto: Sérgio Neves/Estadão Conteúdo

O jornal menciona situações que envolvem os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques, incluindo viagens em aeronaves ligadas ao empresário. No caso de Moraes, o editorial cita voos realizados pelo juiz e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, pagos por meio de “compensação de honorários advocatícios”, o que, na avaliação do jornal, levanta dúvidas sobre a adequação da conduta.

Em relação a Toffoli, o texto questiona viagens com empresários e levanta a pergunta: “A troco de que um ministro da Suprema Corte aceita viajar a lazer às expensas de empresários decerto interessados em decisões do STF?”.

Leia também: “Masterfly”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 316 da Revista Oeste

Já sobre Nunes Marques, o editorial menciona deslocamentos custeados por terceiros e possíveis vínculos indiretos com recursos associados ao empresário.

Para o Estadão, a recorrência desses episódios pode indicar desde “falta de vergonha” até algo mais grave, o que reforçaria a necessidade de apuração formal.

Pressão sobre a PGR

Procuradores / Fachada da PGR, sede administrativa do Ministério Público Federal, em Brasília
Fachada da PGR, sede administrativa do Ministério Público Federal, em Brasília | Foto: José Cruz/Agência Brasil

O editorial ressalta que, isoladamente, os fatos não configuram crime, mas, em conjunto, justificam investigação. “A sociedade tem o direito de saber, e Gonet, o dever de apurar”, afirma o texto.

Por fim, o jornal ressalta que eventual omissão da PGR pode ser interpretada como “acobertamento”, sobretudo diante do que descreve como atuação rigorosa do órgão em outros casos. Para o veículo, o que está em jogo é “o interesse público e a força do Supremo como instituição”.

Leia mais: “Toga combina com jato”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 316 da Revista Oeste

2 comentários
  1. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Estão se aproveitando do cargo para saquear os Estado, impondo terrorismo para não serem investigados….enquanto tivermos um senado capacho o país sofre

  2. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    O SENADO foi avisado, mas a genuflexão ao STF custou desarranjos institucionais. “Caso Master: Justiça americana autoriza liquidante a manter busca ampla por bens de Vorcaro nos EUA” O $indicato LULA/PT/PGR está em polvorosa com a atuação da Justiça dos Estados Unidos sobre o Banco Master, e já se sabe que figurões de Brasília esvaziaram os estoques de ansiolíticos no DF e adjacências. Como em se tratando do $indicato, nada mais surpreende, o empresário RICARDO MAGRO, que tem cidadania americana, está em avançadas tratativas para entregar com MINAS de provas e muita ENERGIA, fartos documentos probatórios, coisas como fotos, vídeos e áudios de ter sido achacado por Ministro do Governo LULA, um que figurou como sócio de Rodrigo Pacheco em condomínio de LUXO, que operava em nome de um LARANJA. Mas piora. “Ricardo Magro tornou-se o maior devedor de IMPOSTOS, mas ninguém se importava. Ele tinha amigos poderosos que lhe deviam favores e patrocinava eventos” “O Ministro Barroso do STF e Hugo Motta vão a evento patrocinado por maior devedor de ICMS do país” “Apesar disso, a REAG e suas subsidiárias serão as patrocinadoras MASTER do “Fórum Veja Brazil Insights”, promovido pela revista Veja em um dos endereços mais caros da cidade americana, o Hotel St. Regis” Só quando RICARDO MAGRO passou a ser tóxico para supremos negócios, ele foi atirado à sarjeta, mas como não há honra entre bandidos, RICARDO MAGRO, por ter cidadania americana, foi ao Departamento de Justiça do Tio Sam e abriu o bico, entregando MINAS de provas e ENERGIA suficiente para implodir o Ministério do Lula. Os laços não envolvem apenas um Ministro do Lula, mas também da alta casta da JUSTIÇA, esta que sempre lhe foi generosa, se é que me entendem. “Pacote dos combustíveis, cascata sobre populismo e um notável picareta”, diz o notório Reinaldo Azevedo, aquele que se dobrou ao M.I.C.E, sigla revelada pela premiada jornalista Paula Schmitt, que o Reinaldo conhece muito bem, tão bem, que não a PROCESSOU. CNN Brasil em 17/03/2022 às 17:49 “Ministros do TSE consideram crime diminuir preço de combustível em ano eleitoral. Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelaram à CNN em caráter reservado que configura crime diminuir o preço do combustível nas vésperas da eleição. Para a maioria, trata-se de ofensa à legislação eleitoral, porque é proibida a concessão de novos benefícios pelo poder público em ano eleitoral. Alguns ministros cogitam fazer um “obiter dictum” no julgamento. Em linguagem jurídica, significa que, mesmo sem julgar a ação, ministros podem ressaltar a posição deles durante as discussões, como se fosse um alerta. Dessa forma, os ministros deixariam avisado que, se o governo ou o Congresso Nacional resolver alterar a política de preço de combustível nesse ano, e se for apresentada ação no TSE, provavelmente a medida será derrubada.” Volto ao Reinaldo Azevedo e sua GENUFLEXÃO ao LULISMO. “O governo do Brasil não fez a guerra, é crítico do despropósito em curso, protagonizado por dois delinquentes internacionais (Trump e Netanyahu) e tem o dever de minorar os efeitos do desastre para a população que está sob a sua gestão. E o faz, nesse caso, com responsabilidade fiscal.” Responsabilidade Fiscal do Governo Lula, Reinaldinho? “Fitch expõe a irresponsabilidade fiscal de Lula” Sei que você, Reinaldo, vai espinafrar a Agência FITCH, assim como a bajularia, caso a nota fosse a favor do Lula. É padrão entre os desonestos morais e intelectuais. “A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) do Brasil atingiu 79,2% do PIB em fevereiro de 2026, marcando o maior nível desde novembro de 2021. Esse aumento é impulsionado por juros elevados e déficit fiscal. Em projeções internacionais, a dívida chega a superar 90% do PIB segundo metodologias do FMI” Nem lá em Dois Córregos, Reinaldo, as pessoas acreditam em você e sua camaleônica conversão ao LULISMO, mas o M.I.C.E provocou sua GENUFLEXÃO ao lulismo/petismo. Ser venal tem dessas culpas, que não são apagadas por quem as assumiu. Eis o Reinaldo em 09/09/2015, às 16:53 “Depois de ajudar a quebrar o Brasil, LULA quer espalhar suas jumentices América Latina afora! Ou: O cafetão dos pobres” Não tem Warde nem PAÍS DOS PETRALHAS que apague isso, Reinaldo.

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