Um dia depois do homicídio de Charlie Kirk, a colunista Suzana Herculano-Houzel usou o seu espaço no jornal Folha de S.Paulo para comparar o ativista conservador norte-americano a um tipo de câncer.
“Cânceres, quem diria, crescem rápido quando usam os nervos ao mesmo tempo como microfones e autofalantes, num efeito de microfonia fadado a catástrofe”, afirmou Suzana, na parte final do artigo publicado em 11 de setembro. “Para erradicar um câncer é preciso tirar-lhe a voz. Está sendo uma boa semana para isso.”
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Kirk, de 31 anos, morreu no dia 10 de setembro. O influenciador não resistiu aos ferimentos provocados pelo disparo de rifle que atingiu o seu pescoço. Ele deixou a mulher, Erika, e dois filhos, uma menina de 3 anos e um menino de 1 ano.
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O artigo fez Suzana receber críticas até dos leitores da Folha, que cobraram posicionamento do jornal. “Lamentável o final do texto”, afirmou Alexander Garcia Dantas. “Faltou coragem e integridade à colunista em ser clara em sua cruel opinião.”
“Um texto que expõe a podridão absoluta da colunista. Um esgoto”, comentou Efraim Ferraz. “Reflete a sua mente perversa, maligna, e sua ideologia, que é mais letal que uma metástase.”
Bióloga e neurocientista, Suzana segue como colunista da Folha, onde já publicou mais um artigo. Ela também trabalha como professora na Universidade Vanderbilt, que fica no Estado norte-americano do Tennessee.
Além da colunista da Folha que comparou Kirk ao câncer
A colunista da Folha que comparou Charlie Kirk a um câncer não foi a única personagem da imprensa brasileira a viralizar negativamente em decorrência do assassinato do ativista conservador. O site g1, do Grupo Globo, chamou o influenciador de membro da “extrema direita” ao noticiar que ele havia sido baleado.
A cobertura da imprensa brasileira nesse e em outros casos envolvendo mortes de personagens da direita é destaque em “Vítimas da intolerância”. Trata-se da reportagem de capa da Edição 288 da Revista Oeste.
"O assassinato de Charlie Kirk é mais um caso de ódio que desumaniza os que ousam criticar a esquerda." Leia a reportagem de Anderson Scardoelli na Revista Oestehttps://t.co/2lmAIt9ii4
— Revista Oeste (@revistaoeste) September 20, 2025
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Lidar com esquerdopatas , não pode ser entre as 4 linhas
Tomara que um câncer leve essa colunista.
Triste ver uma pessoa culta e instruída, ter uma mentalidade assim. Uma mentalidade que não aceita a ideia diferente. Não aceita o contraditório. Se não pensar do mesmo jeito que ela, é câncer, tem que ser extirpado. Sua reação ao contraditório é violenta. Pode não praticar, mas admira e incentiva quem pratica a violência contra os críticos às ideias da esquerda. Infelizmente é desta forma que pensam os esquerdistas. Trata-se de uma doença mental que deve ser tratada na infância. Este tipo de gente não poderia, sob nenhuma hipótese, ser professora em qualquer instituição, pois os professores atuam na formação das mentes dos jovens e os jovens devem ser orientados a serem tolerantes. A aceitarem o diálogo, o debate e a democracia. Espero que esses artigos publicados por essa senhora cheguem ao Governo do EUA e seu visto entre no rol dos vistos suspensos, bem como, seu contrato com essa Universidade Americana seja cancelado, assim como, os veículos de mídia que prestam não a aceitem mais para publicar coisa, pois suas ideias são ruins e ela transmite a violência, o ódio ao adversário. Isto não colabora em nada com a sociedade.