A Band abriu uma rodada de sondagens com o mercado publicitário para medir se o CQC tem potencial de retorno em 2026. A emissora quer saber se o humorístico ainda atrai anunciantes a ponto de sustentar uma nova temporada em um ano marcado por eleições presidenciais e Copa do Mundo.
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Segundo a Folha de S.Paulo, as conversas envolveram agências e clientes. As primeiras respostas animaram a direção, que busca produtos capazes de elevar a audiência na faixa das 22h30, hoje com desempenho abaixo do esperado.
Reformulação do CQC para nova versão
A retomada do programa ganhou fôlego com a chegada de Guillermo Pendino, que assume a Direção Artística nas próximas semanas. Ele defende uma atualização visual e editorial do CQC, com quadros inéditos e ritmo mais ágil. Ex-integrantes já foram procurados e demonstraram interesse em participar de uma nova fase.
O humorístico marcou presença entre 2008 e 2015, acumulou 339 episódios e ajudou a revelar comediantes que mais tarde conquistaram espaço em outras atrações. A versão brasileira nasceu da adaptação de Caiga Quien Caiga, formato argentino premiado internacionalmente.
Na avaliação interna, o objetivo não é repetir a estrutura antiga, que perdeu fôlego com a saída de nomes do elenco e com o clima político mais tenso no país. A Band quer preservar o espírito crítico do programa, mas com linguagem atualizada e modelos de interação compatíveis com o consumo digital.
A análise final dependerá do interesse do mercado, do custo de produção e da possibilidade de encaixar o humorístico em uma grade mais competitiva para 2026.
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Não vai dar certo.