Em 1962 o compositor Heitor Carillo criou um jingle para as Casas Pernambucanas que se tornou uma das peças publicitárias brasileiras mais conhecidas de todos os tempos. O jingle em ritmo de samba, cantado por Clélia Simone, grudou na cabeça dos brasileiros. Cinco anos depois foi transformado numa animação em preto e branco.
A letra: “Quem bate? É o frio… Não adianta bater / Eu não deixo você entrar / As Casas Pernambucanas / É que vão aquecer o meu lar / Vou comprar flanelas / Lãs e cobertores eu vou comprar / Nas Casas Pernambucanas / E nem vou sentir o inverno passar“.
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O professor Fabio Dias, que escreveu o livro “Jingle é a Alma do Negócio”, mostra neste vídeo que outras versões foram realizadas depois, modernizando a música e o visual. Mas o espírito do jingle era o mesmo.
O sucesso foi tão duradouro que o “Frio” virou o personagem fofo “Friozinho” numa série de curta-metragens para o público infantil:
Mais recentemente a Pernambucanas reformou seu “Frio” para se tornar mais realista e contracenar com a atriz Paola Oliveira já na era dos aplicativos:







































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