A globalização do futebol voltou a ser destaque às vésperas da Copa do Mundo de 2026. Um levantamento aponta que algumas seleções que disputarão o torneio contam com elencos formados majoritariamente por atletas nascidos fora do país que representam, reforçando a influência da diáspora e das regras de elegibilidade da FIFA.
+Leia mais noticias em Oeste Esporte
Um dos casos mais chamativos é o de Curaçao, que garantiu vaga inédita no Mundial e tem praticamente todo o seu elenco composto por jogadores nascidos na Holanda. Dos 26 convocados, apenas um nasceu efetivamente na ilha caribenha.
Esse cenário não é isolado. Segundo dados relacionados ao torneio, 40 das 48 seleções classificadas para a Copa contam com jogadores nascidos fora do território que representam, evidenciando como o futebol moderno está cada vez mais marcado por trajetórias internacionais e duplas nacionalidades.
A explicação passa por diferentes fatores, como a migração de atletas ainda jovens para centros de formação na Europa, além das regras da FIFA que permitem defender uma seleção nacional mediante critérios como ascendência familiar ou residência.
+Leia mais Bola da Copa do Mundo de 2026 aposta em tecnologia inédita e promete revolucionar o futebol
O fenômeno também reforça a busca de federações menores por talentos e jogadores formados em grandes academias europeias, mas com raízes em países de menor tradição no futebol internacional. Em muitos casos, essas seleções conseguem aumentar o nível competitivo justamente com essa estratégia de recrutamento global.
[…] +Leia mais Seleção conta com 25 jogadores nascidos fora do país na Copa […]