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Messi fará história ao disputar sua sexta Copa do Mundo

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Messi fará história ao disputar sua sexta Copa do Mundo

Messi tem Seis participações em copas | Fotos: Reprodução AFA

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Felipe Belli,Oeste Esporte

Lionel Messi está prestes a fazer história na Copa do Mundo de 2026. Ao entrar em campo neste ano, ele se tornará o primeiro jogador a disputar seis edições do torneio, tendo participado das edições de 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e agora 2026.

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O craque argentino chega à Copa do Mundo cercado de marcas que podem consolidá-lo ainda mais como um dos maiores jogadores de todos os tempos. Com 13 gols em Mundiais, ele está a apenas quatro de superar o recorde do alemão Miroslav Klose, atual artilheiro máximo das Copas com 16 gols. Na disputa pela marca, também aparece Kylian Mbappé, que já soma 12 gols.

Em número de vitórias, Messi está empatado com o brasileiro Cafu, ambos com 16 triunfos, e precisa de apenas mais uma vitória para alcançar Klose, que lidera com 17. Caso dispute mais uma final, o argentino chegará à sua terceira decisão de Copa e igualará novamente Cafu nesse quesito.

Além disso, ao entrar em campo em mais uma edição do torneio, Messi alcançará a marca inédita de seis participações em Copas do Mundo, tornando-se o recordista isolado, à frente de lendas como Cristiano Ronaldo e Lothar Matthäus, que participaram de cinco edições cada.

O talento do argentino também impressionou rapidamente grandes nomes do futebol. Em 2004, durante uma pré-temporada do Barcelona na China, Ronaldinho Gaúcho, então melhor jogador do mundo, observou o jovem e silencioso Messi e fez uma previsão que se tornaria histórica. Em conversa com a jornalista Cristina Cubero, o brasileiro afirmou: “Esse cara vai ser melhor do que eu”.

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Apesar da genialidade em campo, Messi sempre carregou uma personalidade extremamente reservada. Descrito como alguém que “anda no campo enquanto observa tudo ao redor”, ele costumava parecer desligado das partidas desde criança, até receber a bola e decidir o jogo. Sua timidez era tão grande que, em sua primeira experiência como capitão da seleção argentina, em 2010, travou ao tentar fazer um discurso motivacional no vestiário.