Procuradores de Nova York e Nova Jersey iniciaram uma investigação sobre os preços de ingressos da Fifa para a Copa do Mundo de 2026. A Fifa é acusada de inflar os preços, o que levou a procuradora-geral de Nova Jersey, Jennifer Davenport, a criticar a compra dos ingressos, descrevendo-a como confusa e cara.
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Davenport anunciou a investigação e afirmou: “Ser honesto sobre a venda de ingressos não é complicado”. Em um apelo à Fifa, ela ressaltou que “o evento não é um convite para explorar nossos moradores e visitantes”. Além disso, a procuradora Letitia James, de Nova York, expressou sua preocupação com os preços, afirmando que “ninguém deve ser manipulado a pagar preços exorbitantes por assentos”.
O comissário do Departamento de Proteção ao Consumidor de Nova York, Samuel AA Levine, também se manifestou, dizendo que os relatos sobre a conduta da Fifa são “profundamente preocupantes” e prometeu investigar as alegações de práticas enganosas. Conforme a investigação avança, a Fifa será intimada a fornecer informações sobre a venda dos ingressos e o impacto do cronograma de vendas nos preços.
A situação é ainda mais complicada pelo fato de que cerca de 90 partidas terão preços aumentados. O custo inicial de uma passagem de trem para o evento foi estimado em US$ 150, enquanto o custo normal de ida e volta é de apenas US$ 12,90. Esses valores contrastam com o custo reduzido de US$ 98 mencionados por Rob Bonta, procurador-geral da Califórnia, que também enviou uma carta à Fifa sobre as práticas de venda enganosas.
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A defesa da Fifa vem do presidente da entidade, Gianni Infantino, que argumenta que os preços refletem a demanda do mercado. Contudo, as preocupações levantadas por procuradores e cidadãos locais indicam um desejo crescente por ingressos acessíveis para os residentes da área, especialmente à medida que o Mundial se aproxima.
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