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Economia

Vídeo explica o ‘presente de grego’ da reforma tributária

Texto prevê o aumento da carga tributária para bens e serviços

Reforma tributária
A indústria terá um órgão regulador | Ilustração: Shutterstock

Um vídeo que circula nas redes sociais sintetiza os principais pontos da reforma tributária. A gravação tem menos de dois minutos.

Chamam atenção os aspectos negativos do texto. Haverá, por exemplo, aumento da carga tributária para bens e serviços. Ressalte-se: 70% dos empregos no país são gerados por aquele setor, que integra alimentos, roupas, médicos, advogados e dentistas, entre outros.

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“Reforma tributária pode fazer o Brasil ter o maior imposto de consumo do mundo”

Atualmente, o setor de serviços paga uma média de 8% de carga tributária. Esse número aumentará para 25%, depois da reforma.

Em relação à indústria, o governo criará um órgão estatal para legislar, regular e julgar a distribuição do valor arrecadado pelas empresas do setor.

Isso resultará no enfraquecimento da autonomia dos Estados e dos municípios, que perderão autonomia na captação de recursos que outrora tinham à disposição.

Quais são os principais pontos da reforma tributária?

Alexandre Garcia Reforma Tributária
O Brasil é o país do pagador de impostos | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock

Em linhas gerais, haverá a extinção de cinco tributos — três deles federais: o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Esses impostos serão substituídos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a ser arrecadada pela União.

Dois dos impostos extintos são locais: o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que pertence aos Estados; e o Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios.

No lugar desses tributos entrará o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, que se divide em duas partes. A primeira será o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que unificará o ICMS e o ISS; e a segunda será o CBS.

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4 comentários
  1. Celso Ricardo Kfouri Caetano
    Celso Ricardo Kfouri Caetano

    Leio os comentários de vários analistas de mercado, experts tributários etc e vejo apenas uma troca de 6 por meia dúzia, pior ainda concentrando a maior parte dos tributos nas mãos do governo federal. Em um país como o Brasil hoje governado pela esquerda radical isso jamais deveria acontecer. Nós precisamos cada vez mais de MAIS BRASIL E menos Brasília e no entanto é com pesar e frustação que vejo a segunda alternativa em ascensão. Notem o seguinte ninguém, em momento algum sugeriu uma reforma tributária com um imposto fixo como por ex EUA onde o imposto deve estar em torno de 6 a 7% fixo e não terrivelmente seletivo como no Brasil. Uma reforma nesse sentido seria menos frustante MAS haja dinheiro para pagar o salário da máquina pública diga-se nas três esferas Executivo, Legislativo e Judiciário. Outros encargos e situações poderiam ser analisados e aplicados mas não compensa nem fazer citação pois nada será alterado. Enfim aceitamos tudo de forma compassiva. Mais uma vez me levo a ouvir as palavras de Martin Luther King ” não me preocupa o clamor dos maus mas me preocupa o silencio dos inocentes”.
    Celso RIcardo Kfouri Caetano

  2. José Camargo
    José Camargo

    Como a tendência da indústria,se quiser ser competitiva,é a total automação, isto significa que cada vez mais empregará menos pessoas.Ou seja: o setor de serviços terá que demitir ou, na melhor das hipóteses,
    deixará de contratar.Qual setor absorverá esse contingente de desempregados que a tal reforma produzirá em curto ou médio prazo?

  3. Urbano Medeiros
    Urbano Medeiros

    Uma reforma tributária feita pelo pt com propina descarada, vai dar çuper serto viu?!?!?!
    Podicrê!!!!

  4. José Garcia
    José Garcia

    Simplificando todo o resultado desse circo:

    A população só eh lembrada por governos e políticos em geral, para uma única coisa no Brasil:

    Pagar pesados impostos.

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