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Economia

Todas as estatais deveriam ser vendidas

É o que afirma Salim Mattar, em artigo publicado na Edição 118 da Revista Oeste

Estatais
Foto: Reprodução

Em artigo publicado na Edição 118 da Revista Oeste, Salim Mattar argumenta que todas as estatais brasileiras deveriam ser vendidas. Para o colunista, o governo sabe que se torna perigoso com suas decisões, porque não deseja seguir as leis de mercado.

Leia um trecho

“A Secretaria de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia fez uma minuciosa pesquisa em 2019 e encontrou 698 empresas, entre estatais, suas subsidiárias, coligadas e outras, nas quais a União mantinha investimento direto ou indireto. Isso é o que chamamos de Estado empresário gerenciando, incompetentemente, ineficientes empresas de toda espécie e natureza, dos mais diversos segmentos de negócio e burlando o Artigo 173 da Constituição: ‘Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou o relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei’. O Estado é por natureza um infrator.

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Não faz sentido o Estado competir com a iniciativa privada, muitas vezes deslealmente, em produtos e serviços cuja presença estatal é absolutamente injustificável, como nos setores financeiro, de cartões de crédito, corretoras de valores, bancos de investimento, seguros, produção de chips, código de barras, selos, extração e refino de petróleo, geração e distribuição de energia, armas, pólvora, processamento de dados, transporte marítimo e em dezenas de outros segmentos. Quando há presença do Estado em um setor, naturalmente, a iniciativa privada fica ausente ou se retrai, porque a concorrência pode se tornar muito difícil, devido à força e aos instrumentos à disposição das empresas nas quais o Estado participa.”

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Revista Oeste

A Edição 118 da Revista Oeste vai além do texto de Salim Mattar. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J.R. Guzzo, Silvio Navarro, Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Ana Paula Henkel, Flávio Gordon, Bruno Freitas e Isabela Cucolicchio, Bruno Meyer, Dagomir Marquezi, Brendan O’Neill e Adriano Pires.

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1 comentário
  1. jose angelo baracho pires
    jose angelo baracho pires

    Com mais 4 anos de governo honestissimo, metas importantes nesta direção serão alcançadas.
    O Brasil caminha para o G7.

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