publicidade
Coronavírus — Brasil, Mundo, Economia

Suécia combate o coronavírus sem 'lockdown' e sem máscaras

"Desconfio de soluções fáceis para problemas complexos", afirmou o epidemiologista responsável pela estratégia sueca

Supermercado na Suécia com adesivos para garantir o distanciamento social
Supermercado na Suécia com adesivos no chão para garantir o distanciamento social Foto: Vogler/Wikimedia

“Desconfio de soluções fáceis para problemas complexos”, afirmou o epidemiologista responsável pela estratégia sueca

Supermercado na Suécia com adesivos para garantir o distanciamento social
Supermercado na Suécia | Foto: Vogler/Wikimedia

Anders Tegnell, epidemiologista responsável pela estratégia sueca de combate ao coronavírus, não aconselha o uso de máscaras para conter a covid-19. “São uma solução fácil, e eu desconfio profundamente de soluções fáceis para problemas complexos”, afirmou o epidemiologista em entrevista ao Financial Times ao falar sobre o adereço que se tornou equipamento obrigatório na maioria dos países.

Receba nossas atualizações

Leia também: “Coronavírus se propaga menos na Suécia”

Richard Milne, correspondente do jornal britânico no país, relatou sua experiência pelas ruas de Estocolmo, a capital sueca. “Compro discos em vários dos meus lugares favoritos, tomo café com gente sentada próximo a mim e uso o metrô para ir a reuniões e ao meu hotel”, disse. “Por toda parte, quase não vejo uma única pessoa de máscara.”

Dados da Organização Mundial da Saúde revelam que a taxa de propagação da covid-19 na Suécia está menor do que a média europeia. No mês de agosto, o país que dispensou o lockdown no combate ao coronavírus registrou cerca de 75 casos para cada 100.000 habitantes, enquanto o continente contabilizou quase o dobro, pouco mais de 124.

Leia mais sobre:

2 comentários
  1. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    O que ficou claro, independentemente das possibilidades de combate ao COVID 19, foi a utilização da pandemia por inescrupulosos de todos tipos e níveis, para benefícios próprios, em todo o planeta.
    Constatamos que não foram apenas a mídia, os pseudo intelectuais, todos partidos de esquerda, sindicatos, alguns governadores e prefeitos, o STF, e os ignorantes e alienados cooptados pela esquerda, somente daqui do Brasil que fizeram da pandemia motivo de pânico para impor e/ou se submeter, independentemente, das vidas ceifadas; isso foi, antes de tudo, um movimento mundial orquestrado por quem detém o poder econômico e o de persuasão.

    1. Marcos Alvarenga
      Marcos Alvarenga

      Perfeito seu comentário, Gerard. Concordo contigo. E ainda vou além do óbvio, acredito que estamos vivendo e presenciando a profecia de “Separação do Joio e do Trigo”. Imagina, se pra nós, seres imperfeitos e mortais, já ficou claro quem é joio e quem é trigo, imagina para o Deus Todo Poderoso, que tudo vê!! Acredito que falta pouco para vir o fim desse mundo, ou sistema de coisas. Eu vou rever tudo que faço, junto com minha família, fazer o máximo para ter a aprovação divina. Me perdoem, é apenas a minha humilde opinião. Abraços.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade