publicidade
Economia

SP: Comércio deve ter queda de 33% em junho

comércio - são paulo - junho - prejuízo
Nem Dia dos Namorados deve salvar comércio paulista em junho | Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Nem mesmo Dia dos Namorados deve conseguir aquecer as vendas, que parecem se recuperar de forma lenta e gradual no Estado

comércio - são paulo - junho - prejuízo
Nem Dia dos Namorados deve salvar comércio paulista em junho | Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O mês de junho deve registrar uma queda de 33% nas vendas do comércio do Estado de São Paulo, com prejuízo de mais de R$ 19 bilhões, na comparação com o mesmo período de 2019, segundo a FecomercioSP. Quando avaliado todo o primeiro semestre de 2020, o recuo deve ser de aproximadamente 20%, resultado do fechamento de parte do comércio não essencial nos meses de março, abril e maio.

Receba nossas atualizações

De acordo com a entidade, a procura por presentes para o Dia dos Namorados — data trazida ao Brasil pelo pai do governador de São Paulo, João Doria — deve ser pequena, já que foi registrada baixa intenção de consumo das famílias. “A retomada gradual e faseada em junho, respeitando as condições regionais, deverá se dar de forma muito lenta. A grande parte do varejo não está operando de forma plena ao longo do mês, limitando, portanto, as vendas no Dia Dos Namorados”, apontou a FecomercioSP.

Os dados  mostram que o segmento de vestuário deve recuar 67% em junho, com prejuízos em torno de R$ 3,5 bilhões. No acumulado do ano, a queda deve ser de 44%, refletindo também a fraca venda no Dia das Mães.

A FecomercioSP prevê que o ano de 2020 deve apresentar o pior desempenho do comércio varejista de sua história. A entidade acredita que no pós-pandemia a estrutura do comércio varejista também voltará bem debilitada, com quadro reduzido de funcionários, endividamento, baixa liquidez e níveis de estoques inadequados.

“A FecomercioSP não espera uma recuperação rápida frente à crise, pois as famílias tiveram suas rendas encolhidas decorrentes das altas do desemprego e do endividamento, com a intenção de consumo drasticamente reduzida e focada apenas em produtos essenciais, como alimentos e remédios, tal como ocorreu na recessão de 2015 e 2016.”, finaliza relatório da federação.

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade